CS Mobi Abilio CPI: Empresa recusa convite e critica prefeito

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A CS Mobi criticou o prefeito Abilio e recusou participar da CPI.
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A CS Mobi criticou duramente a postura do prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), e decidiu recusar o convite para participar da reunião da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A CPI apura o contrato da Parceria Público-Privada (PPP) de 30 anos, e a empresa argumenta que a participação seria inócua.

CS Mobi Abilio CPI: A polêmica instalada

A reunião estava marcada para esta quarta-feira (24), com o objetivo de colocar o prefeito Abilio Brunini e o gerente-geral da empresa, Kenon Mendes de Oliveira, frente a frente. No entanto, a CS Mobi informou, por meio de nota, que rejeitou o convite. A empresa entende que o prefeito tem o interesse de romper o contrato da PPP e que sua participação na CPI seria apenas um “embate midiático”.

Portanto, a CS Mobi não comparecerá ao encontro, alegando que o prefeito tem manifestações “altamente desrespeitosas, inverídicas e combativas”. A empresa ressalta, ainda, que nenhum esclarecimento foi deixado de ser respondido à Câmara.

Ademais, a companhia explicou que o “embate midiático” pretendido pelo prefeito em nada beneficiaria o debate público. Ao contrário, seria uma forma de induzir ao erro e causar impactos negativos, como insegurança jurídica e afastamento de investidores.

CPI apura contrato de PPP

Instaurada em 10 de fevereiro deste ano, a CPI investiga possíveis irregularidades no contrato firmado entre a Prefeitura e a CS Mobi. O objetivo principal é avaliar a legalidade das cláusulas, a vantajosidade do acordo e o repasse mensal de R$ 650 mil feito pelo Município à empresa. Esse repasse é garantido pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM).

A parceria para a exploração do estacionamento rotativo inclui contrapartidas importantes, como a revitalização do Centro Histórico de Cuiabá e a reconstrução do Mercado Municipal Miguel Sutil. Todavia, as declarações do prefeito sobre o contrato têm gerado tensão.

A CS Mobi reafirma sua disposição em prestar todos os esclarecimentos necessários, sempre em estrita observância ao ordenamento jurídico. A empresa alega que tem cumprido rigorosamente o contrato e cronograma de implantação do projeto, mesmo diante do inadimplemento contratual do Poder Concedente.

Para mais informações sobre o assunto, acompanhe as atualizações em nosso portal.

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