O deputado federal Coronel Assis (PL-MT) saiu em defesa dos policiais e demais operadores da segurança pública após a fala de Lula, que sugeriu que era mais seguro entregar celulares roubados no Correio do que em uma delegacia de polícia. Além de rechaçar a declaração do presidente, o parlamentar desmontou a bravata da esquerda contra as forças de segurança. Portanto, a defesa institucional volta a pautar o debate.
segurança pública em foco
“Por muitas vezes, a esquerda já fez bravata pelo fim da polícia militar, não queriam a criação da polícia penal e querem destruir e desidratar e desacreditar a polícia civil. Esse é o retrato de quem apoia vagabundo e não apoia a polícia.” No entanto, o parlamentar reforçou que esse retrato não condiz com a necessidade de manter instituições fortes, conforme assevera.
Diante da afronta às forças de segurança, o deputado avalia que os policiais devem se unir para retirar a esquerda do poder em 2026. “É um dever democrático retirar essa corja que está aí através do voto. O voto da segurança pública também vale”, disse em vídeo publicado em suas redes sociais. Além disso, ele afirmou que o combate à criminalidade exige valorização das instituições policiais e não discursos que contribuam para desacreditar os profissionais perante a sociedade.
“Em vez de fortalecer as forças de segurança, vemos constantemente discursos que colocam sob suspeita aqueles que combatem o crime. O Brasil precisa de mais respeito aos policiais e de políticas públicas que fortalecçam a segurança pública, e não de narrativas que enfraquem a confiança da população em suas instituições”, disse.
Entre as instituições que manifestaram repúdio às falas de Lula, está a ADEPOL, considerando-as “estereotipadas, inadequadas, injustas e descontextualizadas”, além de terem sido feitas a partir de generalizações que podem comprometer a confiança da população nas instituições policiais.
ADEPOL — repudiou as falas, classificando-as como estereotipadas, inadequadas, injustas e descontextualizadas.
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Conclui-se que o tema da segurança pública exige não apenas bravatas, mas ações consistentes de valorização institucional, transparência e responsabilidade na gestão pública. O debate deve permanecer firme, orientado pela lei e pelo respeito aos cidadãos, para que as forças de segurança ganhem legitimidade e a população confie nas instituições.










