Um juiz de Cuiabá tornou réus dois empresários acusados de cometer calote em mais de R$ 7,9 milhões em formandos de diversas universidades e faculdades da região, em calote em formandos.
Calote em formandos
Os empresários, Márcio Júnior Alves do Nascimento e Eliza Severino da Silva, foram acusados de lavagem de dinheiro, ocultação e dissimulação de valores provenientes dos crimes de associação criminosa, estelionato e infrações contra as relações de consumo.
Os empresários cometeram calote em mais de R$ 7,9 milhões contra 353 pessoas, incluindo estudantes universitários que contrataram serviços de formatura e fotografia, por meio das empresas Imagem Serviços de Eventos Ltda e Graduar Decoração e Fotografia Ltda.
Conforme consta nos autos, no dia 31 de janeiro, as empresas foram fechadas abruptamente, induzindo várias vítimas ao erro, com falsas promessas de prestação de serviços que nunca ocorreram.
Além disso, a situação financeira crítica levou à adoção de estratégias criminosas, como a venda de serviços inexistentes e a promoção de antecipação de pagamentos, resultando no encerramento das atividades sem a entrega dos serviços contratados.
Portanto, o juiz entendeu que as provas mencionadas na denúncia são elementos suficientes para o desencadeamento da ação penal.
Em sua decisão, o juiz destacou que a inicial atende ao disposto no artigo 41 do Código de Processo Penal e que não há incidência de nenhuma das hipóteses previstas no artigo 395 do CPP.
No entanto, o juiz entendeu que as provas mencionadas na denúncia são suficientes para o desencadeamento da ação penal.
De acordo com o delegado da Decon, Rogério Ferreira, nas investigações ficou claro que os empresários sabiam que não conseguiriam cumprir os compromissos firmados e planejaram o fechamento da empresa pelo menos quatro meses antes de efetivamente fecharem as portas.
Em conclusão, os empresários foram acusados de cometer calote em mais de R$ 7,9 milhões em formandos de diversas universidades e faculdades da região.
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Calote em formandos
O caso é apenas um dos muitos que têm sido registrados em todo o país.
Por exemplo, em outro estado, um empresário foi acusado de cometer calote em mais de R$ 1 milhão em formandos.
Além disso, a situação financeira crítica levou à adoção de estratégias criminosas, como a venda de serviços inexistentes e a promoção de antecipação de pagamentos, resultando no encerramento das atividades sem a entrega dos serviços contratados.
Por isso, é importante que os formandos sejam cuidadosos ao contratar serviços de formatura e fotografia.
Em conclusão, os empresários foram acusados de cometer calote em mais de R$ 7,9 milhões em formandos de diversas universidades e faculdades da região.
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