O bonde digital vias BRT não substituirá o modal já existente em Cuiabá, conforme explicou o Secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo. Portanto, as atuais vias do BRT (Bus Rapid Transit) serão aproveitadas para a nova tecnologia.
Segundo Gallo, o Bonde Urbano Digital (BUD) representa uma alternativa tecnológica complementar. Nesta semana, ele e o vice-governador, Otaviano Pivetta, conheceram o funcionamento do BUD em Curitiba (PR). Aliás, o Paraná será o primeiro estado da América do Sul a testar o sistema.
Bonde digital vias BRT: uma solução sem trilhos físicos
“Não há mudança de modal”, ressaltou Gallo. Ele ainda detalhou que o BUD utiliza trilhos magnéticos invisíveis no solo. Dessa forma, sua implantação se torna cerca de 70% mais barata que sistemas de VLT, por exemplo.
O bonde elétrico chinês pode transportar até 600 passageiros. O modelo a ser testado no Paraná tem três eixos, 30 metros de comprimento e capacidade para 280 pessoas. Adicionalmente, conta com ar-condicionado e operação bidirecional.
Para o funcionamento autônomo do bonde digital vias BRT, são instalados pequenos ímãs a cada metro nas pistas. Esses ímãs guiam o veículo, que utiliza pneus de borracha. Assim, a estrutura do BRT será mantida, garantindo a integração.
Rogério Gallo explicou que a orientação do BUD se dá por ímãs embutidos no asfalto. Isso permite que o veículo opere de forma autônoma ou não. Confira mais detalhes sobre projetos de mobilidade em Mobilidade Urbana.
Em conclusão, a tecnologia do bonde digital vias BRT promete otimizar o transporte público sem a necessidade de grandes intervenções estruturais. Portanto, é uma evolução natural para a infraestrutura existente.








