A atualização IPTU Cuiabá, aguardada há anos, finalmente sai do papel em 2026. No entanto, a medida vem com regras claras e limites para evitar surpresas.
IPTU Cuiabá 2026: limites e obrigatoriedade
Portanto, a Planta Genérica de Valores (PGV) será atualizada anualmente, cumprindo exigência do TCE para municípios com mais de 50 mil habitantes. O objetivo principal não é aumentar impostos, mas sim corrigir distorções antigas no cadastro imobiliário.
Ademais, a Prefeitura de Cuiabá implementou travas de reajuste, limitando o impacto no bolso do contribuinte. Assim, ninguém pagará mais de 40% do que pagou em 2025.
Por exemplo, em bairros mais simples, o aumento não ultrapassa 20%. Em áreas de classe média, o limite é de 30%, e nos bairros nobres e condomínios fechados, chega a 40%.
Em contrapartida, para quem optar pelo parcelamento, o reajuste pode chegar a 45%. Essa é uma estratégia para estimular o pagamento à vista, conforme explicado pelo prefeito Abilio Brunini.
Além disso, o gestor citou casos de imóveis com valor venal muito abaixo do mercado, como uma casa no Condomínio Supremo Itália avaliada em R$ 2,8 milhões, mas que, na verdade, vale R$ 7 a R$ 8 milhões. Consequentemente, o novo valor será reconhecido, mas com o mesmo limite de 40%.
A discussão sobre a Planta Genérica de Valores remonta a 2017. Contudo, agora, com a exigência do TCE e a adoção das travas, o processo se torna mais equilibrado e transparente. Consulte mais informações sobre impostos municipais em nosso portal [Portal 163](https://portal163.com.br/noticias).
Em conclusão, o prefeito reafirmou que não há aumento abusivo, mas sim uma correção necessária, atendendo às normas e protegendo a população.










