Em Cuiabá, o tenente da Polícia Militar Rennan Albuquerque de Melo, 34 anos, acumula histórico de agressões e está preso desde o último sábado (27), após atirar na cabeça de um motorista de aplicativo no bairro Duque de Caxias.
Segundo registros oficiais, Rennan já foi investigado por agredir a ex-mulher, um idoso e um adolescente nos últimos anos.
Agressão policial em Cuiabá
- Em 2021, a ex-companheira relatou que foi agredida com um tapa no rosto e ameaçada pelo tenente.
- Já em 2024, ele foi acusado de invadir a casa do músico Lourival Valério, 60, conhecido como “Carretel”, onde o agrediu juntamente com outros policiais não identificados, sob a alegação de apurar uma denúncia de tráfico.
- No caso mais recente, em janeiro de 2025, o tenente foi filmado enforcando um adolescente de 15 anos dentro do condomínio onde mora.
Além disso, o tenente teria disparado três vezes após uma discussão no trânsito, sendo um tiro na cabeça — que não perfurou o crânio — outro na perna e estilhaços no braço. Portanto, ele fugiu do local, mas teve prisão temporária e mandado de busca cumpridos pela DHPP e pela Corregedoria da PM.
Em conclusão, a Polícia Militar informou que o tenente está afastado das funções desde janeiro de 2025, e que os fatos seguem sob investigação.
Conforme a Polícia Militar, o caso ainda está sob investigação e a corporação afirma que tomará medidas rigorosas contra os responsáveis pelas agressões.
Além disso, a DHPP e a Corregedoria da PM estão trabalhando juntas para esclarecer os fatos e punir os envolvidos.
Segundo a Polícia Militar, o tenente ainda está submetido ao Conselho de Justificação, que pode resultar em sua expulsão da corporação.
Portanto, é importante lembrar que a polícia está trabalhando para garantir a segurança da comunidade e punir os responsáveis pelas agressões.
Em resumo, a história do tenente Rennan Albuquerque de Melo é um exemplo de como a corrupção e a agressão podem afetar a sociedade.
Além disso, é fundamental que a corporação adote medidas rigorosas para prevenir esses tipos de ações.
Em conclusão, a comunidade de Cuiabá espera que a justiça seja feita e que os responsáveis pelas agressões sejam punidos.
Para saber mais sobre o caso, confira nossa reportagem anterior sobre agressão policial em Cuiabá.
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