Abilio nega violência política em caso Vânia Rosa
O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), expressou surpresa e considerou um equívoco a declaração da vice-prefeita Vânia Rosa (Novo) sobre ter sido vítima de violência política de gênero. Portanto, Vânia Rosa cogita acionar a Justiça após um embate com vereadores. Abilio nega violência política neste contexto.
A controvérsia iniciou quando a presidente da Câmara, Paula Calil (PL), relatou não ter sido recebida por Vânia Rosa para uma reunião institucional. Em resposta, a vice-prefeita classificou a acusação como caluniosa e mencionou ter sofrido violência política de gênero. É importante notar que, de fato, a situação gerou um certo desconforto.
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Abilio, no entanto, minimizou o episódio, afirmando que o ambiente tenso foi uma dissonância, não violência. Ressaltou que a Mesa Diretora da Câmara é composta exclusivamente por mulheres, assim como a secretária em questão. Assim, a sua visão é clara.
Abilio Brunini minimiza alegações de violência política
“Recebo com muita surpresa. Acredito que essa Câmara Municipal presidida 100% pelo público feminino a secretária é uma mulher. Acredito que não deve ser uma questão de violência política de gênero, sim uma questão de dissonância,” avaliou o prefeito. Ele ponderou que parte dos vereadores pode ter apresentado insatisfação em relação a um secretário. Dessa forma, a interpretação do prefeito difere da vice-prefeita.
Além disso, a relação de Vânia Rosa com os vereadores tem sido marcada por críticas. Por exemplo, diversos parlamentares deixaram o plenário em protesto durante um pronunciamento da vice-prefeita na tribuna. Desse modo, a tensão política é perceptível.
O prefeito classificou o caso como um mal-entendido, enfatizando a importância de não banalizar um assunto sério. “O que não pode fazer é banalizar esse assunto sério. Imagina uma situação como essa, se o secretário você está insatisfeito com ele ou questionando a questão do secretário, você vai chamar isso o tempo todo de violência política de gênero? Não pode,” concluiu Abilio. Para ele, focar em resolver as pendências é mais produtivo do que rotular situações como essa, pois a acusação de violência política é grave.









