A prisão homem ciúmes de Pedro Padilha de Oliveira, 53 anos, foi mantida pela Justiça de Sinop. Ele é suspeito de matar a companheira, Geovana Diogo da Silva, 21 anos. A decisão foi tomada pela juíza Rosângela Zacarkim dos Santos, da 2ª Vara Criminal.
Medo na comunidade impulsiona prisão homem ciúmes
A magistrada destacou que a ordem pública estaria ameaçada com a soltura do suspeito. Além disso, a gravidade do crime e a periculosidade demonstrada pelo agente justificam a medida. A vítima foi encontrada morta com sinais de estrangulamento no quarto de um hotel.
Conforme o relato, Pedro Padilha confessou o crime e alegou ter agido por ciúmes. Ele suspeitava de traição e, após uma discussão, teria estrangulado Geovana. O suspeito fugiu após o ato, sendo localizado em Santa Carmem.
A juíza ressaltou, ainda, que a pena elevada para o crime de feminicídio, que pode variar de 20 a 40 anos, também representa um risco de fuga. Desta forma, a manutenção da custódia é fundamental para garantir a aplicação da lei penal.
“Com essas considerações, converto a prisão em flagrante em preventiva do autuado Pedro Padilha De Oliveira, com fundamento no art. 312 do CPP, visando garantir a ordem pública”, decidiu a juíza. A prisão homem ciúmes, neste contexto, demonstra a seriedade com que a Justiça trata casos de violência doméstica.
O homem confessou ter estrangulado a jovem e admitiu ter saído do quarto do hotel “tranquilo”. Por conseguinte, a investigação segue para detalhar as circunstâncias do crime. Para mais informações sobre casos de repercussão regional, acesse nosso portal, onde divulgamos notícias em tempo real: Confira aqui.










