O extrativismo vegetal Mato Grosso se consolida na segunda posição nacional em valor de produção, um feito notável que reflete a riqueza natural do estado. Atrás apenas do Pará, o setor atingiu impressionantes R$ 1,04 bilhão em 2024.
Este valor representa um crescimento expressivo de 60% em relação aos R$ 651 milhões registrados no ano anterior. Assim, o Brasil como um todo movimentou R$ 7 bilhões nesse segmento.
Colniza se destaca na produção de madeira
O município de Colniza também brilha no cenário nacional, figurando entre os dez maiores produtores de madeira do país. Com uma produção de R$ 144 milhões, alcançou a 7ª colocação nacional, evidenciando a força madeireira da região.
Esses dados provêm da Pesquisa da Extração Vegetal e da Silvicultura (PEVS) 2024, divulgada pelo IBGE em 25 de setembro. Principalmente, o componente desse valor em Mato Grosso continua sendo a madeira em tora e a lenha, juntas somando R$ 590 milhões.
Em termos de volume, a extração em 2024 atingiu 4,02 milhões de metros cúbicos. Praticamente estável em comparação com os 3,98 milhões de metros cúbicos de 2023, este dado demonstra a consistência da atividade.
A pesquisa ainda revela que Mato Grosso e Pará, juntos, foram responsáveis por 59,6% da madeira em tora extraída no Brasil. Além disso, concentraram 77% do valor total de produção nacional desse item.
O Pará, que retomou a liderança em 2022, manteve sua posição em 2024, mesmo com uma ligeira queda de 10,4% na extração. A PEVS 2024 abrange 37 itens do extrativismo vegetal, como produtos madeireiros, alimentícios, ceras e oleaginosos, além de sete produtos da silvicultura. Para mais notícias sobre o agronegócio regional, acesse nosso portal.
Em suma, o extrativismo vegetal Mato Grosso mostra um desempenho robusto, impulsionado principalmente pela produção de madeira. O futuro deste setor promissor em nosso estado é digno de acompanhamento contínuo.










