Mauro defende prisão perpétua e pena de morte contra feminicídios

Governador Mauro Mendes em pronunciamento sobre segurança, discutindo a prisão perpétua e pena morte.
O debate sobre prisão perpétua e pena de morte para combater feminicídios em Mato Grosso.
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

O governador Mauro Mendes (União Brasil) expressou tristeza e vergonha com o alto índice de feminicídios em Mato Grosso. Por isso, ele defende punições mais severas, como Mauro prisão perpétua pena morte, para combater essa onda de crimes.

Punições Rigorosas: Um Caminho para a Segurança

Contudo, o Executivo tem investido em ações para frear esses crimes, embora a situação seja complexa. Portanto, o governador acredita que endurecer as penas é essencial. Ele citou exemplos globais onde leis mais severas resultaram em maior respeito à vida e às leis.

“O Governo do Estado, através das nossas Forças de Segurança, tem feito muitas ações. Usado tecnologia, as nossas Patrulhas Maria da Penha e criado Delegacias de Proteção das Mulheres”, explicou Mendes. Ele lamentou que, em muitos casos, as vítimas não possuíam medidas protetivas. Isso demonstra o quão urgente é a necessidade de encontrar soluções eficazes.

Medidas Integradas para Combater a Violência Doméstica

Neste sentido, foi assinado um protocolo com o Poder Judiciário e o Ministério Público Estadual. O documento visa fortalecer a rede de proteção às vítimas e aprimorar o monitoramento de agressores. Além disso, ele estabelece medidas para respostas rápidas em casos de mulheres sob medida protetiva.

O governo promoverá campanhas de denúncia e conscientização social. Assim, busca-se intimidar os agressores, que agora sabem que a pena para feminicídio pode chegar a 40 anos de prisão. Ou seja, o endurecimento das leis é visto como um fator crucial.

Em suma, o governador ressaltou a importância de novas estratégias. O objetivo é inverter a triste estatística de feminicídios em Mato Grosso. Acredita-se que a adoção de penas mais severas, como a prisão perpétua e até a pena de morte, pode redefinir a cultura de violência no país.

O protocolo inclui o acolhimento de mulheres, a melhoria no fluxo de informações entre os órgãos e o uso de tecnologias para monitoramento eletrônico. A Secretaria de Estado de Segurança Pública, a Secretaria de Estado de Justiça e o Tribunal de Justiça de Mato Grosso terão atribuições específicas para garantir a efetividade das ações. Por exemplo, o TJMT será responsável por acompanhar as medidas protetivas e capacitar magistrados. Para mais informações sobre segurança em Mato Grosso, visite Portal 163.

No ano passado, foram emitidas 17.910 medidas protetivas. Esses números evidenciam a atuação das instituições. Dessa forma, a rede de enfrentamento à violência doméstica se mostra fortalecida e integrada.

Compartilhe :

Veja mais