Ex-PM confesso de estupro e morte: júri decide hoje em Cuiabá

Ilustração do Fórum de Cuiabá, local do julgamento do ex-PM confesso de estupro.
O júri popular definirá o destino do ex-PM confesso de estupro e morte em Cuiabá.
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

O julgamento do ex-PM confesso, Almir Monteiro dos Reis, que confessou ter estuprado e matado a advogada Cristiane Castrillon da Fonseca Tirloni, de 48 anos, ocorre nesta quinta-feira (25), em Cuiabá. O crime chocou a capital em 13 de agosto de 2023. Almir encontra-se recolhido no presídio de Chapada dos Guimarães. O júri acontecerá no Fórum da Capital.

Julgamento do ex-PM confesso sob sigilo

Por envolver crime sexual e tramitar em segredo de justiça, o acesso ao plenário será restrito a pessoas diretamente ligadas ao processo. Assim, a imprensa não terá permissão para acompanhar o julgamento. O suspeito e a vítima se conheceram em um bar próximo à Arena Pantanal, na noite de 12 de agosto de 2023.

A preocupação familiar surgiu quando Cristiane não retornou para casa. Um irmão dela, utilizando um aplicativo de rastreamento, localizou o carro da advogada no Parque das Águas. Lá, ele encontrou Cristiane desacordada no banco do passageiro e a encaminhou ao hospital, onde sua morte foi confirmada.

Prisão e investigação do ex-PM confesso

Almir foi preso no dia seguinte ao crime. Em depoimento oficial, optou pelo silêncio. Contudo, antes disso, apresentou versões conflitantes sobre os acontecimentos. A prisão em flagrante foi convertida para preventiva, e ele segue detido em Chapada. O caso segue em andamento.

As investigações revelaram que Cristiane foi vítima de estupro e apresentava lesões graves. Além disso, a perícia apontou que a morte ocorreu por asfixia, possivelmente pela sua recusa em praticar sexo. O processo esteve suspenso por oito meses, aguardando o exame de sanidade mental.

O laudo atestou que, apesar de possuir transtorno psicológico, o ex-PM confesso era plenamente capaz de entender a ilicitude de seus atos. Para mais notícias regionais, acesse nosso portal.

Compartilhe :

Veja mais