A presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil (PL), assegurou que a CPI CS Mobi Cuiabá trará respostas concretas à população sobre o contrato da empresa com a Prefeitura. A parlamentar destacou a autonomia dos trabalhos, com término previsto para 10 de outubro, garantindo que a apuração não será encerrada sem resultados concretos.
Autonomia da CPI CS Mobi Cuiabá garantida
“Estamos caminhando para a fase final, que possui poder de investigação”, declarou Paula Calil. Após a conclusão, o relatório será encaminhado às autoridades competentes para as medidas cabíveis. A vereadora frisou que a parte da Câmara está sendo cumprida com seriedade e transparência, sem ruídos que descredibilizem a comissão.
Instaurada em fevereiro, a CPI foi criada para apurar possíveis irregularidades na Parceria Público-Privada (PPP). A investigação foca no contrato entre a CS Mobi e a Prefeitura de Cuiabá, responsável pelo sistema de estacionamento rotativo.
O contrato, em contrapartida, prevê a revitalização de vias centrais e a entrega do novo Mercado Municipal Miguel Sutil. A concessão é de 30 anos. Segundo Paula Calil, todas as etapas estão sendo rigorosamente cumpridas, garantindo a transparência do processo da CPI CS Mobi Cuiabá.
“Quero destacar que a sociedade espera um retorno de todos nós, os vereadores Ranalli, Maysa Leão e Dilemário Alencar, que integram a comissão. São mais de 200 dias de trabalho intenso, analisando documentos e ouvindo depoimentos”, frisou a vereadora.
Ela ainda ressaltou que a Câmara e todo o corpo jurídico acompanham cada passo. Por isso, não houve falhas até o momento na condução da CPI CS Mobi Cuiabá. O objetivo é avaliar a legalidade das cláusulas contratuais e a vantajosidade do acordo para o município.
A investigação também analisa o repasse mensal de R$ 650 mil, feito pela Prefeitura à empresa e garantido pelo Fundo de Participação dos Municípios (FPM). O relatório final deverá analisar o cumprimento das obrigações pela CS Mobi, incluindo a modernização do Centro Histórico e a entrega do Mercado Municipal.
Além disso, o documento indicará recomendações administrativas ou judiciais. Na sessão desta quarta-feira (24), a CPI ouviu o prefeito de Cuiabá, Abílio Brunini (PL). O gerente-geral da CS Mobi, Kenon Mendes de Oliveira, não compareceu, justificando a ausência por nota oficial.
Agora, os membros da CPI pretendem deliberar sobre nova convocação do dirigente da CS Mobi. A decisão deve ser tomada nesta sexta-feira (26). Para mais informações e notícias em tempo real, acesse este link.










