Produção em APAs: Max Russi busca liberação na cabeceira do Rio Cuiabá

Deputado Max Russi em reunião buscando liberação para produção em APAs cabeceira Rio Cuiabá.
Reunião busca reverter decisão que inviabiliza produção em APAs na cabeceira do Rio Cuiabá.
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O presidente da Assembleia Legislativa (ALMT), deputado Max Russi, dialogou nesta quarta-feira (24) com o ministro do STF, Cristiano Zanin, sobre a produção em APAs cabeceira Rio Cuiabá. A reunião buscou reverter a decisão judicial que inviabilizou a atividade agrícola na região.

Portanto, o encontro em Brasília contou com a presença do senador Jayme Campos e do presidente da Aprosoja, Lucas Beber. Eles apresentaram a Lei n.º 10.713, aprovada pela ALMT, que visa o cuidado ambiental com produção sustentável.

Produção em APAs cabeceira Rio Cuiabá em risco

No entanto, a lei foi contestada e suspensa por Ação Civil Pública (ACP) do MPF. A ação alega desacordo com normas federais ambientais, o que gerou insegurança jurídica para mais de 700 famílias.

Além disso, Max Russi defendeu a manutenção da lei, argumentando que ela aprimora critérios e não apresenta vício de inconstitucionalidade. “Viemos aqui defender a importância da sua manutenção”, declarou o deputado.

Segundo o entendimento do senador Jayme Campos, a resolução é urgente para que produtores se sintam seguros. “Essa APA já está regulamentada por lei aprovada na Assembleia”, ressaltou.

Ademais, dados da AMM e pareceres técnicos do IMEA indicam uma perda de R$ 480 milhões no valor bruto da produção (soja e milho). Isso significa uma queda anual de R$ 17 milhões na arrecadação de ICMS e FETHAB, além do impacto social.

Por isso, a importância de garantir a continuidade da produção em APAs cabeceira Rio Cuiabá é vital para a economia local e o sustento de muitas famílias mato-grossenses. A expectativa é que o STF decida sobre a Reclamação 83283 o mais breve possível.

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