PL não precisa do MDB em Mato Grosso, diz Paula Calil

Paula Calil fala sobre alianças do PL em Mato Grosso
Paula Calil sobre PL em MT: "Não precisa do MDB"
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A presidente da Câmara de Cuiabá, Paula Calil, defendeu que o Partido Liberal não precisa de alianças com o MDB em Mato Grosso nas eleições de 2026, considerando que a sigla tem uma ampla capacidade de conquistar cadeiras na majoritária.

Além disso, a chefe do parlamento cuiabano destacou que a direita em Mato Grosso possui ampla capilaridade e aceitação perante o eleitorado, ou seja, não precisaria de amarras.

“O PL tem condições de ter uma candidatura própria. Se houver alianças, tem que haver essa conversa, esse diálogo. Mas, hoje, o meu posicionamento é esse. Não precisa do MDB”, comentou Paula Calil.

PL em Mato Grosso: um cenário de vitória

Conforme publicado pela reportagem do Rdnews, logo após o resultado do segundo turno em Cuiabá nas eleições de 2024, o PL consolidou o comando sobre 22 prefeituras em Mato Grosso, gerenciando uma base de 1,7 milhão de pessoas, em um estado com 3,6 milhões de habitantes, seguindo dados dos IBGE.

Por exemplo, a cidade de Cuiabá é um dos maiores colégios eleitorais do Estado do Mato Grosso, e o PL tem uma ampla base de apoio entre os eleitores da região.

No entanto, a presidente da Câmara de Cuiabá destacou que qualquer decisão virá da nacional, mas salientou o domínio do PL sobre as cidades-polo.

“O PL, hoje, tem os maiores colégios eleitorais do Estado do Mato Grosso: Cuiabá, Várzea Grande, Sinop e Rondonópolis. O Estado é predominantemente de direita e tem condições, sim, de ter uma chapa, uma candidatura própria. Eu acredito nisso. Mas, isso tem que ter muita conversa, muito debate, tem a nacional, tem a estadual, e não é uma pessoa só que decide. É um contexto. São vários líderes que integram o PL”, concluiu Paula Calil.

Por exemplo, o prefeito Abilio Brunini sonha com uma chapa ao Senado com o deputado federal José Medeiros (PL) e dobradinha com o hoje governador, Mauro Mendes (União Brasil).

Além disso, a esposa de Abilio, vereadora Samantha Iris (PL), tem sido cotada para compor como vice na chapa de Pivetta – o que poderia ser compreendido como uma “traição” ao projeto de Fagundes – que tem rejeição dentro do próprio partido.

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