39 Bilionários do Agro na Forbes: Conheça os Ricos do Setor

Grupo de homens e mulheres em reunião, representando os bilionários do agro.
Conheça os magnatas do agronegócio que figuram na lista Forbes.
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

O setor do agronegócio brasileiro se destaca, com 39 bilionários do agro figurando entre os 300 brasileiros na Lista Forbes Bilionários 2025. Assim, todos possuem fortunas superiores a R$ 1 bilhão.

Juntos, esses empresários acumulam R$ 382,8 bilhões em patrimônio. Portanto, o agro consolida-se como um dos setores mais expressivos na geração de grandes riquezas no país, demonstrando sua relevância econômica.

Os 10 principais bilionários do agro

Os dez primeiros bilionários do agro concentram uma fortuna combinada de R$ 249,6 bilhões. Dessa forma, a lista reflete a ampla diversidade de ramos que integram este universo de alto patrimônio.

Estão inclusos acionistas e controladores de empresas de alimentos, proteína animal, papel e celulose, fertilizantes, agroenergia, grãos e madeira. Além disso, conglomerados de bebidas com capital nacional também marcam presença, abrangendo toda a cadeia de valor do agribusiness.

Representantes notáveis incluem Jorge Paulo Lemann (R$ 88 bilhões), Carlos Alberto Sicupira (R$ 39,1 bilhões) e os irmãos Joesley e Wesley Batista, da JBS (R$ 25 bilhões cada). Outros nomes importantes são Ricardo Faria, da Granja Faria (R$ 19,6 bilhões), e Rubens Ometto, da Cosan (R$ 7,6 bilhões).

Ademais, o grupo conta com figuras ligadas à proteína animal, como Marcos Molina (Marfrig) e Fernando Queiroz (Minerva). Há também representantes da produção agrícola, como Lucia Borges Maggi e herdeiros do grupo Amaggi. Para mais detalhes sobre a contribuição de Lucia Maggi no agronegócio, veja o artigo sobre a gigante do agronegócio entre as mais ricas do Brasil.

Em termos de naturalidade, São Paulo lidera com 20 nomes entre os bilionários do agro em 2025. Em seguida, vêm Rio Grande do Sul (6) e Rio de Janeiro (5), mostrando a concentração regional de riqueza.

Há ainda representantes de Goiás (3), Ceará (3), Santa Catarina (2), Paraná (2) e Minas Gerais (1). Não obstante, existem 17 casos sem declaração de origem especificada, o que amplia o alcance geográfico implícito.

Para mais detalhes sobre o setor e sua influência em nossa região, confira nossas análises em Portal 163.

Compartilhe :

Veja mais