O vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos), pré-candidato ao Governo do Estado, criticou a inércia do Senado Federal em fiscalizar o que ele considera abusos do Poder Judiciário. Embora sem citar nomes, a fala se refere à prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes. Pivetta cobra Senado e defende a instalação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), apelidada de “Lava Toga”, para investigar a atuação de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Ele vê a CPI como um instrumento previsto na Constituição para garantir o equilíbrio entre os poderes.
Pivetta cobra Senado e defende CPI contra STF
Em sua visão, o Senado tem o dever de representar o povo e evitar abusos. “Nós não vemos o Senado fazer nada, há muita dúvida sobre as decisões do Poder Judiciário”, declarou Pivetta durante a sessão solene de 190 anos de instalação da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT). Além disso, o vice-governador ressaltou a importância de os senadores darem uma resposta à sociedade, uma vez que a “CPI Lava Toga” é um dispositivo constitucionalmente disponível. Ele enfatizou que nenhum poder está acima da lei, e o Legislativo tem a prerrogativa de investigar o Judiciário.
Pivetta cobra ação Senado e sugere CPI contra STF. Para ele, é fundamental retomar a normalidade e a lógica no país, servindo ao povo brasileiro.
Justificativas para a atuação do Senado
Portanto, a cobrança de Pivetta reflete um debate crescente sobre a atuação do Judiciário e o papel fiscalizador do Congresso Nacional. O vice-governador acredita que o Senado precisa agir diante das incertezas geradas por decisões judiciais.
Pivetta cobra Senado em busca de equilíbrio
Em resumo, o posicionamento de Otaviano Pivetta lança luz sobre a necessidade de prestação de contas do Poder Judiciário, buscando um equilíbrio institucional. A atuação firme do Senado é vista como essencial para a saúde democrática do país.










