A afirmação de que a montanha pariu um rato é do economista Vivaldo Lopes, sobre as tarifas impostas pelos Estados Unidos. Portanto, para ele, o “tarifaço” de Trump afetou pouco os produtos brasileiros de maior valor agregado, como aviões e minérios. O que vai acontecer em 06 de agosto é que a montanha pariu um rato, evidenciando o baixo impacto tarifas EUA em setores chave.
Impacto no Brasil e em Mato Grosso
Segundo a Fiemt, 76% dos produtos exportados por Mato Grosso para os EUA são afetados. Contudo, o valor total das exportações taxadas representa 65% do que o estado envia para o país. A Confederação Nacional da Indústria (CNI) estima uma perda de R$ 648 milhões do PIB estadual, o que representa 0,21% do PIB de Mato Grosso. Assim, é importante analisar de perto esse cenário.
Entendendo o “tarifaço” e o impacto nas dívidas rurais
Apesar do impacto global ser baixo, o economista Vivaldo Lopes alerta que alguns setores, como carne e madeira, serão duramente penalizados. Ele ressalta a necessidade de auxílio governamental para evitar falências e demissões. Além disso, a pressão interna nos EUA pode levar Trump a recuar, mitigando o impacto tarifas EUA.
Medidas de Apoio Propostas
Vivaldo Lopes sugere três medidas do Governo Federal: linha de crédito para capital de giro com juros baixos, devolução de créditos retidos no processo de exportação e custeio parcial de salários para evitar demissões. Ele também propõe que o governo estadual reconheça os créditos de ICMS das empresas afetadas, buscando amenizar o impacto tarifas EUA.
Diversificação e Pressão
O economista enfatiza a importância de buscar novos mercados para não depender dos EUA. Ele acredita que o Congresso Americano pode ser fundamental para que Trump recue. Aliás, o aumento de preços de produtos importados nos EUA pode gerar insatisfação na população. Portanto, a busca por novas parcerias é vital.
Conclusão sobre o impacto tarifas EUA
Em conclusão, embora o impacto geral das tarifas americanas na economia brasileira e mato-grossense seja considerado pequeno, é crucial o apoio a setores específicos. Portanto, a diversificação de mercados e a pressão política interna e externa são essenciais para mitigar os efeitos negativos e garantir a sustentabilidade das empresas diante do impacto tarifas EUA.










