Portanto, uma reviravolta mudou a principal chapa de oposição do Governo do Estado. O senador Wellington Fagundes (PL) decidiu trocar o candidato a vice, optando pelo médico Alencar Farina. A mudança representa uma guinada estratégica para o grupo que tenta consolidar apoio entre diferentes segmentos da sociedade e ampliar a presença junto aos eleitores que valorizam a saúde pública. Analistas afirmam que a escolha pode ampliar a rede de contatos e trazer maior visibilidade para as propostas de governo, especialmente nos distritos onde a atuação do sistema público de saúde é mais sensível às demandas locais.
médico Alencar Farina
Na última quarta-feira (5), ao confirmar a coligação com o NOVO, ficou definido que o empresário Marlo Maluf seria o vice na chapa do senador. Além disso, a alteração foi confirmada ao Midiajur pelo presidente do PL no Estado, Ananias Filho. A definição ocorreu num momento de intensas negociações entre as legendas da aliança, com foco em manter o equilíbrio entre setores empresariais e representantes da área da saúde. Farina, que atua na rede pública, aparece como um nome que pode trazer legitimidade técnica às propostas da chapa, segundo interlocutores envolvidos no processo.
No entanto, nas últimas horas houve uma mudança de rota. A equipe anunciou que Maluf deixa a chapa e cede espaço ao médico Alencar Farina (PL). A substituição veio acompanhada de declarações que destacam a experiência do novo nome no enfrentamento de dilemas do sistema de saúde local e sua atuação no atendimento à população. Observadores apontam que essa alteração pode impactar a percepção pública sobre a capacidade de gestão em áreas sensíveis como Saúde, Educação e Infraestrutura.
Leia também: Farina é uma escolha que reforça o discurso de Wellington pela Saúde Pública. Ele é atuante na rede pública de Cuiabá e Várzea Grande, além de ser sócio de um hospital na Cidade Industrial. Foi secretário adjunto de Saúde na gestão de Blairo Maggi. Leia mais
A princípio, a alteração não reflete no apoio do NOVO à candidatura de Fagundes. Além disso, o MDB, o Democratas e a Federação Renovação Solidária (PRD/Solidariedade) faz parte da aliança. O grupo tenta manter o arco de alianças para ampliar a capacidade de resposta a diferentes demandas eleitorais, mantendo, ao mesmo tempo, a coesão entre as siglas que compõem a frente conservadora e liberal.
MDB
Democratas
PRD/Solidariedade










