O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), afirmou que a aliança junto ao MDB, com o apoio do senador Jayme Campos (União Brasil), representa um caminho para a derrota nas eleições estaduais para Wellington Fagundes (PL). Além disso, criticou duramente a composição, reiterando que a aliança junto ao MDB não será suficiente para vencer o Governo de Mato Grosso.
aliança junto ao MDB
Segundo o prefeito, as eleições municipais deram o recado, com a derrota desse grupo político em cidades pólos. “É um erro. Eu falo pra você, esse grupo não ganha eleição. Juntar Jayme, Riva, Emanuel, não ganha eleição. Isso é prova muito clara. Não ganhou em Cuiabá, não ganhou em Várzea Grande, não ganhou em Rondonópolis, não ganhou em Primavera. E não ganhará o Governo do Estado de Mato Grosso”, disparou.
Para ele, o desgaste das raposas políticas não ocorrerá no atual pleito. “O povo de Mato Grosso não quer mais essa turma aqui. E se eles acham que vão se juntar para tentar voltar ao poder, não vai dar. Vão perder”, complementou.
– Aliança junto ao MDB é criticada por não vencer eleições.
– Neutro em relação ao pleito estadual por determinação do PL.
– Eleitores já sinalizam rejeição a esse grupo nas principais cidades-polo.
No entanto, o desgaste das lideranças tradicionais não deverá alterar o cenário neste pleito. Portanto, o prefeito ressalta que a política prática pode seguir surpreendendo, e que o tempo dirá quem leva a melhor.
O prefeito aponta que o eleitorado busca mudanças reais. Além disso, a população quer governantes que apresentem planos claros, com metas verificáveis. Nesse cenário, a neutralidade do PL aparece como uma estratégia para evitar alinhamentos automáticos com blocos históricos que tiveram longos períodos no poder. Assim, a leitura é de que o futuro da política de Mato Grosso depende também da capacidade de diálogo com lideranças mais jovens e de propostas tangíveis.
Para contextualizar, o desgaste das lideranças tradicionais não deverá alterar o cenário neste pleito. Contudo, as alterações esperadas na composição de governos regionais podem mobilizar novos apoios. Portanto, o tempo dirá como as alianças se desenrolam, especialmente se surgirem propostas robustas de gestão, transparência e resultados para a população.
Apesar da crítica à aliança, o prefeito de Cuiabá vai ficar neutro em relação ao processo ao Governo do Estado. Isso porque, o PL nacional determinou que manifestações a favor de adversários dos candidatos próprios do partido serão punidas. Leia mais no Portal 163 Max Russi reúne partidos: cenário político em foco.










