Operação mira facção criminosa: acusada de espalhar terror

Operação policial contra facção criminosa: prisões, buscas, bloqueios de ativos e investigação em andamento.
Equipes de segurança coordenam a ação contra facção criminosa, destacando o bloqueio de ativos e a repressão a crimes.
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Portanto, a Polícia Civil deflagrou, nesta sexta-feira (31), a Operação Opus Nequam para desarticular uma célula de uma facção criminosa investigada por tráfico de drogas e lavagem de dinheiro, além de envolvimento em roubos, furtos, torturas e homicídios. A investigação visa compreender a estrutura da organização, que atuava de forma sistemática para manter o controle de suas atividades e reduzir a atuação de rivais na região.

Além disso, ao todo, são cumpridas 25 ordens judiciais em Matupá e Sinop, entre mandados de prisão, busca e apreensão e medidas de bloqueio de ativos financeiros. As diligências contaram com o emprego de equipes da Polícia Civil, apoio de unidades da região e da Diretoria de Repressão às Drogas (Derd/Sinop), refletindo uma mobilização integrada para desmantelar a rede. As investigações apontam para uma divisão entre núcleo operacional e financeiro, que manipulava recursos obtidos com o tráfico para financiar novas operações, incluindo aquisição de armas e manutenção de postos de controle.

facção criminosa: novo desdobramento

Entre as determinações judiciais, estão:

  • cinco mandados de prisão preventiva
  • uma prisão temporária
  • seis buscas e apreensões
  • seis bloqueios de contas bancárias
  • seis quebras de sigilo telefônico
  • sequestro de um veículo

Assim, a investigação começou em fevereiro deste ano e identificou a estrutura da organização criminosa, responsável pela venda de drogas e pela lavagem do dinheiro obtido com o tráfico. Os investigadores também apontam que a facção criminosa está envolvida em violência contra pessoas e em crimes de maior gravidade, reiterando o alcance da organização. Além disso, a ação demonstra que a rede busca manter ganhos ilícitos através de operações dentro e entre cidades, o que amplia a necessidade de cooperação entre unidades.

No entanto, os investigadores destacam que os envolvidos também são apontados em roubos, furtos, torturas e homicídios, demonstrando uma atuação multifacetada que exige resposta firme das autoridades. A continuidade das apurações busca esclarecer vínculos entre os crimes praticados e as engrenagens que sustentam a organização, fortalecendo as medidas para interromper o fluxo financeiro e a cadeia de abastecimento de drogas.

Cerca de 30 policiais civis participam da operação, coordenada pela Delegacia de Matupá com apoio de unidades da região e da Derf de Sinop. A ação demonstra, ainda, o alinhamento entre órgãos de segurança pública para enfrentar organizações criminosas que operam entre cidades diferentes. A vigilância contínua e a atuação integrada de equipes reforçam o compromisso de reduzir a violência e aumentar a sensação de segurança na população.

Para mais informações, acesse o portal interno: Disciplina do CV Operação Replay: núcleo financeiro sob lupa.

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