Um homem de 36 anos foi preso pela Polícia Civil nesta segunda-feira (27) após descumprir uma medida protetiva concedida para proteger a ex-companheira, em Cuiabá. Além disso, a investigação aponta que a mulher relatou ter sido ameaçada de morte pelo suspeito após o fim do relacionamento.
O investigado foi localizado no bairro Osmar Cabral, em frente à própria residência, após monitoramento realizado pela Delegacia Especializada de Defesa da Mulher (DEDM). Ele foi abordado e preso sem resistência.
A prisão preventiva foi decretada pela 2ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher após representação da DEDM pelo crime de descumprimento de medida protetiva, previsto na Lei Maria da Penha. Portanto, a medida visa assegurar a segurança e a integridade física e psicológica da vítima.
Logo após a DEDM representar o descumprimento da medida protetiva, a 2ª Vara Especializada de Violência Doméstica e Familiar contra a Mulher decretou a prisão preventiva.
A Polícia Civil informou que o descumprimento levou à decretação da prisão para garantir a proteção da ex-companheira. Após os procedimentos legais, as autoridades o encaminharam para uma unidade prisional e ele permanece à disposição da Justiça.
- Monitoramento pela DEDM
- Prisão preventiva decretada pela 2ª Vara
- Contato de emergência: 190
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ameaçada de morte: proteção e justiça
Além da resposta imediata, o conjunto de medidas protege a integridade da vítima de forma mais ampla. Quando a vítima está ameaçada de morte, as autoridades agem com prioridade para ampliar a proteção, incluindo orientação psicológica e encaminhamentos para serviços sociais. As medidas previstas pela Justiça são atualizadas conforme o risco e a necessidade de apoio contínuo.
É essencial registrar qualquer nova ameaça ou violação, pois isso acelera a atuação da Justiça e amplia a proteção. A vítima pode buscar orientação jurídica para entender seus direitos, inclusive sobre eventual reparação de danos e a continuidade das medidas de proteção.
O trabalho das autoridades, com foco na proteção à mulher, é contínuo. A experiência demonstra que a resposta rápida, aliada a uma investigação criteriosa, reduz o tempo entre a violência e a adoção de medidas que resguardem a integridade da vítima.









