O IFRRJ investiga a produção e o armazenamento de mais de 500 imagens sexuais de alunas criadas com IA no Campus Volta Redonda. Portanto, o material foi encontrado em um laboratório da instituição e estaria vinculado ao login de um estudante de 17 anos. Além disso, as vítimas seriam adolescentes do ensino médio, com idades entre 16 e 17 anos. No dia 29 de junho, estudantes se reuniram para cobrar ações da diretoria que punam o autor e garantam a segurança das alunas. A comunidade aguarda respostas oficiais sobre a origem das imagens, quem tem acesso aos materiais e quais medidas adicionais serão adotadas para prevenir novos incidentes.
Imagens sexuais de alunas
O Grêmio Estudantil da unidade afirmou que acompanha o caso, cobrando transparência, responsabilidade institucional e apuração séria. Além disso, a instituição destacou que, por tratar-se de procedimento em andamento, não divulgará informações que possam comprometer as investigações. Leia mais em Portal 163.
O IFRRJ manifestou profundo repúdio a toda forma de violência de gênero, assédio, violação da dignidade, da intimidade e dos direitos dos estudantes, incluindo quando praticadas com o uso de recursos tecnológicos. Desde o recebimento da denúncia, o Campus Volta Redonda adotou medidas administrativas cabíveis, incluindo a instauração de Comissão Disciplinar e o acolhimento das possíveis vítimas e familiares, bem como a realização dos procedimentos necessários para garantir o contraditório e a ampla defesa. A instituição reforça que manterá o foco na segurança de todos os alunos e alunas, sempre buscando justiça com responsabilidade.
Entre as medidas administrativas, o IFRRJ informou a instauração de Comissão Disciplinar para apuração dos fatos, o acolhimento das vítimas e familiares e a adoção de procedimentos para assegurar o contraditório e a ampla defesa:
Comissão Disciplinar para apuração dos fatos
Acolhimento de vítimas e familiares
Procedimentos para contraditório e ampla defesa
Por envolver estudantes e tratar-se de procedimento em andamento, a instituição optou por não divulgar informações que possam comprometer o curso das investigações. O IFRRJ seguirá acompanhando o caso com a seriedade, a responsabilidade e o compromisso institucional que a situação exige; e, mantendo seu compromisso com a transparência, comunicará as decisões e os próximos passos oficiais conforme houver atualizações.
Novamente, o caso envolve imagens sexuais de alunas e reforça a necessidade de apuração cuidadosa. Para acompanhar detalhes e medidas institucionais, leia também em Portal 163.








