Uma empresária foi presa em São Paulo por produzir vídeos de tortura a animais, vendidos para comunidades de zoosadismo na Europa.
Os vídeos, produzidos entre 2020 e 2021, mostram a mulher esmagando pintinhos, gatos e coelhos com os pés e as mãos.
Portal 163 revelou que a empresária vendia os vídeos por 20 a 50 euros, dependendo do conteúdo.
Segundo a Polícia Civil, a empresária produziu os vídeos com a finalidade de excitação sexual, o que é considerado um crime nos padrões internacionais de proteção animal.
Tortura a animais é crime!
Portanto, a prisão da empresária é um passo importante para combater a zoosadismo e proteger os animais.
No entanto, é importante lembrar que a liberdade condicional pode ser um problema no combate a este tipo de crime, pois permite que os criminosos sejam soltos horas depois de serem presos.
Além disso, a Polícia Civil deve continuar investigando a rede de zoosadismo que está por trás dos vídeos, para evitar que outros animais sejam lesados.
Em conclusão, a prisão da empresária é um sinal de que a sociedade está tomando medidas para proteger os animais e combater o zoosadismo.
Leia mais sobre a investigação na nossa reportagem: Reportagem sobre zoosadismo.
A Polícia Civil deve continuar trabalhando para identificar e prender os responsáveis por esses crimes, e a sociedade deve continuar pressionando os governos para que tomem medidas eficazes para combater o zoosadismo.
E, em última análise, a proteção dos animais é um direito fundamental que deve ser respeitado e protegido por todos nós.









