Em uma operação desfechada pela Polícia Civil, a CPI do Hospital Municipal Euclides Horst está sob suspeita de corrupção.
A investigação, denominada “Silêncio Comprado”, tem como objetivo apurar indícios de pagamentos por serviços não prestados, emissão de notas fiscais fraudulentas e movimentação irregular de recursos públicos.
A CPI foi instaurada no ano passado para apurar eventuais irregularidades na gestão administrativa, financeira, contratual e operacional do Hospital Municipal Euclides Horst, após a morte de uma jovem gestante do município.
Além disso, há indícios de desvio de valores vinculados à administração da unidade hospitalar.
Para aprofundar as investigações da Polícia Civil, estão sendo cumpridas de 20 ordens judiciais nos municípios de Campo Novo do Parecis, Arenápolis, e nas cidades de Barueri e Cotia, no estado de São Paulo.
Recentemente, o Ministério Público Estadual encaminhou à Delegacia de Combate a Corrupção (Deccor) uma denúncia relacionada à suposta oferta de vantagem indevida para influenciar os trabalhos da CPI, bem como a possíveis irregularidades na execução de contratos de gestão do Hospital Municipal Euclides Horst.
Leia também: CPI apura fraudes em hospital de MT
Conheça o trabalho do deputado Valdir Barranco na ALMT e como ele tem sido fundamental para a investigação da corrupção em hospitais públicos.









