Em meio à preocupação com a saúde animal, o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) divulgou a confirmação de dois casos de raiva bovina no estado, foco keyphrase, que é transmitida pela mordida de morcegos hematófagos.
As confirmações ocorreram na quinta-feira (23) em Campo Verde (a 131 km de Cuiabá) e Alta Floresta (a 803 km de Cuiabá). De acordo com o órgão, a situação está sob controle e segue monitorada por equipes técnicas das unidades locais.
Prevenção é a melhor opção
Além de monitorar os focos, equipes do Indea percorrem áreas próximas aos locais afetados para identificar possíveis novos casos, orientar produtores rurais e reforçar a importância da vacinação, além de repassar informações sobre sintomas e riscos da doença.
Entre os principais sinais da raiva em bovinos estão isolamento, salivação excessiva e dificuldade de locomoção, com andar cambaleante. A doença não tem cura após a infecção, e a vacinação do rebanho é a principal forma de prevenção.
Em caso de suspeita, o Indea orienta que produtores acionem o órgão imediatamente, isolem os animais doentes e evitem manipular a boca de animais com sinais da doença, devido ao risco de transmissão ao ser humano, que pode ser fatal.
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Portanto, é fundamental que os produtores rurais estejam atentos aos sinais da doença e adotem medidas preventivas para proteger seus rebanhos. Além disso, é importante lembrar que a raiva bovina pode ter consequências graves para a saúde humana.
Em conclusão, a raiva bovina é um problema sério que requer a atenção e a ação imediata dos produtores rurais e das autoridades responsáveis. No entanto, com a prevenção e o controle, é possível minimizar os riscos e proteger a saúde animal e humana.
Para mais informações sobre a raiva bovina e como prevenir a doença, entre em contato com o Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea).










