Sete acusados da ‘chacina de Juara’ vão a júri após 38 anos
Em uma tentativa de alcançar justiça, sete acusados da chacina de Juara estão prestes a ser julgados pelo Tribunal do Júri, 38 anos após o crime. A sessão de julgamento está marcada para o dia 2 de junho de 2026, na 1ª Vara Criminal de Sinop/MT. Essa é a história de como a justiça pode ser lenta, mas não falha.
A busca pela justiça
As vítimas, Ademir Marques Ramos, Luiz Carlos Andrade dos Santos e João Batista da Silva, foram mortas em praça pública a golpes de facão, faca, foices, marretas, machados e pedaços de pau. O crime, que ficou conhecido como a “chacina de Juara”, chocou a comunidade e levou a uma investigação rigorosa.
Além disso, o caso é um exemplo de como a justiça pode ser lenta, mas não falha. Em 2011, dois júris do caso foram realizados, resultando na absolvição de oito homens. No entanto, a justiça também já impronunciou outros três suspeitos, decidindo que não havia provas robustas para mandá-los a julgamento, e já decretou a prescrição punitiva em relação a outros quatro acusados.
- A sessão de julgamento do crime de homicídio qualificado contra as três vítimas está marcada para o dia 2 de junho de 2026.
- Os réus pronunciados ao Tribunal do Júri são Hildo Deodato Siqueira, Hilton Giocondo Saporski, Adão Rodrigues, Jonas Dante, Agapito Generoso Batista, Sergio Gaspar Branco e Donizete Aparecido Silva.
- Este último não localizado e será julgado à revelia.
Em conclusão, a chacina de Juara é um caso que continua a ser lembrado e discutido até hoje. É uma oportunidade para a justiça ser feita e para que as vítimas e suas famílias encontrem algum alívio.
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