Mato Grosso mantém decisão: facções vão a júri popular

Facções vão a júri popular em Mato Grosso
Facções criminosas em ação no Mato Grosso
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Mato Grosso, Crime Organizado, Facções Criminosas

A Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça de Mato Grosso decidiu manter a pronúncia de D.M.B e G.P.S. pelo homicídio qualificado de João Gabriel de Almeida Nunes, ocorrido em 15 de maio de 2024 no Bar “Bahamas Beer” em Nova Mutum (242 km de Cuiabá), além dos crimes de organização criminosa armada e corrupção de menor.

De acordo com a denúncia, o crime ocorreu quando a vítima jogava sinuca e foi surpreendida por disparos de arma de fogo. A motivação, segundos as investigações, foi a rivalidade entre facções: João Gabriel seria ligado ao PCC, enquanto os acusados integram o Comando Vermelho.

Crime Organizado no Mato Grosso: Facções Criminosas em Ação

No entanto, a defesa de G.P.S. alegou quebra da cadeia de custódia dos celulares apreendidos, compartilhamento ilegal de provas sem autorização judicial e cerceamento de defesa no interrogatório.

Além disso, a defesa sustentou que o acusado teria sido impedido de exercer o direito ao silêncio seletivo ao se recusar a responder às perguntas do juiz e do promotor, respondendo apenas ao seu advogado.

Leia também: Polícia desmantela esquema milionário de facção e bloqueia R$ 200 milhões em MT e Operação Codinome Fantasma III em Mato Grosso: R$ 10 milhões bloqueados.

Além disso, a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso reforça a importância de combater o crime organizado no estado.

Por exemplo, a rivalidade entre facções criminosas é um dos principais motivos para a ocorrência de crimes violentos em Mato Grosso.

Portanto, a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso é um passo importante em direção à redução da violência no estado.

No entanto, ainda há muito a ser feito para combater o crime organizado em Mato Grosso.

Em conclusão, a decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso é um reflexo da determinação do poder judiciário em combater o crime organizado no estado.

Além disso, a decisão reforça a importância da colaboração entre as forças de segurança para combater o crime organizado em Mato Grosso.

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