O secretário de Educação de Cuiabá, Amauri Monge Fernandes, desmentiu afirmações de que sua saída da pasta foi motivada pela falta de autonomia imposta pelo prefeito Abílio Brunini (PL). Além disso, Fernandes garantiu que teve toda a autonomia necessária para conduzir a pasta da Educação.
Segundo o secretário, sua saída do cargo é apenas temporária, pois ele será coordenador da campanha do secretário estadual de Educação, Alan Porto, à Assembleia Legislativa. Em consonância com isso, Fernandes admitiu que poderia retornar à pasta caso fosse convidado.
Autonomia na Educação de Cuiabá: um Direito Garantido?
A saída de Fernandes foi marcada por declarações de seus colegas de partido, que questionaram a falta de autonomia na pasta. No entanto, o secretário negou essas afirmações, afirmando que teve toda a liberdade para tomar decisões.
Com a saída de Fernandes, o prefeito escolheu Reginaldo Teixeira para responder interinamente pela SME. No entanto, o secretário garantiu que sua saída não foi motivada pela falta de autonomia.
Recentemente, o vereador Daniel Monteiro (Republicanos) afirmou que a falta de autonomia na pasta é um dos motivos para sua recusa em assumir o cargo. Portanto, a discussão sobre a autonomia na Educação de Cuiabá continua.
A discussão sobre a autonomia na Educação de Cuiabá é um tema em debate na cidade de Cuiabá. Para saber mais sobre o assunto, leia nosso artigo anterior: Autonomia na Educação de Cuiabá: uma Questão em Debate.
Fernandes também destacou que sua saída é apenas temporária e que ele poderia retornar à pasta caso fosse convidado. Além disso, ele garantiu que sua saída não foi motivada pela falta de autonomia.
Com a saída de Fernandes, a comunidade educacional de Cuiabá espera que a discussão sobre a autonomia na pasta continue.








