Em uma declaração que reforça a especulação de sua renúncia ao cargo, o governador Mauro Mendes (União) afirmou que o vice-governador Otaviano Pivetta (Republicanos) será responsável por escolher o próximo líder do Governo na Assembleia Legislativa (ALMT). Além disso, Mauro reconheceu as divergências entre os deputados Dilmar Dal Bosco (União) e Eduardo Botelho (União), mas espera que a situação seja superada.
Renúncia e futuro de Mauro
Segundo Mauro, a decisão sobre o novo líder do Governo no Parlamento será tomada já por Pivetta. “Ele [Dilmar] já foi comunicado que vai deixar a liderança do Governo. Ele é um cara que é merecedor pelo trabalho, pelo conhecimento que ele tem. Mas essa decisão é uma decisão lá dos parlamentares. E o próximo líder vai ser escolhido pelo Otaviano Pivetta”, disse.
No entanto, a saída de Dilmar não é a única notícia em andamento. Nos bastidores da Assembleia, também circula o boato de que Dilmar poderia deixar o União Brasil, especialmente após divergências internas com o ex-presidente da Assembleia, deputado Eduardo Botelho (União).
O desentendimento entre Dilmar e Botelho
Mauro reconheceu o desentendimento entre os dois parlamentares, mas afirmou esperar que a situação seja superada. “Houve um ‘piripaque’ aí entre o Dilmar e o Botelho. Mas eu espero que no final fique tudo bem. Acho que as divergências existem dentro de casa. Muitas vezes as pessoas, amigos, têm divergências. Mas se aquilo que une é maior do que aquilo que separa, as pessoas podem sim voltar a ter boas relações”, declarou.
Além disso, o governador também se pronunciou sobre a renúncia ao cargo, afirmando que tomará a decisão de renunciar ou não na reta final do período permitido. “Não passa do dia 2 de abril”, afirmou.
Por exemplo, se Mauro decidir renunciar, Pivetta assumirá o comando do Estado, e a escolha do novo líder do Governo será feita por ele. Em conclusão, a situação política no Estado é complexa e cheia de incertezas.
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Além disso, é importante lembrar que o prazo final para renúncia, caso queira ser candidato ao Senado, é 4 de abril (seis meses antes do pleito, em 4 de outubro).
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