A Justiça de Mato Grosso entrou em ação para apurar a morte do cão Joca, que foi transportado por engano para Fortaleza ao invés de Sinop. A Defensoria Pública de Mato Grosso moveu uma ação civil pública contra a GOL Linhas Aéreas, pedindo R$ 10 milhões por danos morais coletivos. Protetores de animais organizam protesto no Aeroporto Marechal Rondon por melhorias no transporte de pets.
Segundo a ação, o cão Joca, um Golden Retriever de aproximadamente 5 anos, foi enviado para o destino errado em abril de 2024, o que levou a uma viagem de quase 8 horas em vez das 2h30 previstas. A causa da morte foi determinada como choque cardiogênico, possivelmente relacionado à hipertermia e ao estresse.
A Justiça determinou a produção de prova pericial para apurar a causa do óbito e avaliar os protocolos utilizados no transporte aéreo de animais. A GOL foi intimada a arcar integralmente com os honorários periciais e a indicar assistente técnico.
Além disso, a ação pede a condenação da empresa e de seus sócios ao pagamento de danos morais coletivos e imposição de obrigações permanentes de segurança no transporte aéreo de animais.
Morte de cão Joca: uma tragédia no céu
Após a conclusão da perícia e das manifestações técnicas das partes, o processo seguirá para julgamento do mérito. A GOL sustenta que possui protocolos regulares segundo normas da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e que a morte decorreu de fator preexistente, sem falha no serviço.
No entanto, a Defensoria Pública acredita que a empresa é responsável pela morte do cão Joca e que os protocolos utilizados não foram suficientes para garantir a segurança do animal.
Portanto, a Justiça determinou a produção de prova pericial para esclarecer a causa da morte e avaliar os protocolos utilizados no transporte aéreo de animais.
Conclusão: a morte do cão Joca é um caso que chama a atenção para a necessidade de segurança no transporte aéreo de animais.
Além disso, a ação da Defensoria Pública pede a condenação da empresa e de seus sócios ao pagamento de danos morais coletivos e imposição de obrigações permanentes de segurança no transporte aéreo de animais.
Segundo a ação, o cão Joca foi transportado por engano para Fortaleza ao invés de Sinop, o que levou a uma viagem de quase 8 horas em vez das 2h30 previstas.
Em conclusão, a morte do cão Joca é um caso que chama a atenção para a necessidade de segurança no transporte aéreo de animais e a importância de avaliar os protocolos utilizados.
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A Justiça de SP arquiva inquérito que investigava morte de golden retriever em voo para Sinop.
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