Professor condenado por assédio: Justiça de Água Boa decreta pena

Professor em sala de aula, com expressão séria. Imagem remete a condenação por assédio.
Docente condenado por assédio sexual contra alunas. Justiça de Água Boa aplica pena e perda de cargo.
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Um professor de Educação Física, identificado como A. N. C., foi condenado por professor condenado assédio sexual contra alunas menores de 18 anos, na cidade de Água Boa, a 730 km de Cuiabá. A sentença determinou pena de um ano, três meses e 15 dias de detenção, em regime aberto.

Ademais, o docente também perderá o cargo público que ocupava na instituição de ensino. Ele ainda terá que arcar com o pagamento das custas processuais. Portanto, a justiça agiu para coibir a conduta criminosa.

Escola Militar: Condenação por assédio sexual

Conforme a denúncia apresentada pela 1ª Promotoria de Justiça Criminal de Água Boa, o caso ocorreu em março de 2023, durante as aulas de educação física. O professor da Escola Militar Tiradentes, portanto, constrangeu três alunas.

Ele agiu com o intuito de obter vantagem sexual, prevalecendo-se de sua condição de superior hierárquico. Nesse sentido, sua função de professor foi utilizada de forma indevida e criminosa.

O professor, em um ato de claro assédio, solicitou que as vítimas trocassem de roupa na quadra, sob seu olhar. Isso, em vez de ocorrer no vestiário, como é a prática comum, gerou grande constrangimento.

Amedrontadas, as alunas e outras colegas correram para o vestiário feminino. Lá, elas buscavam se proteger, pois vigiavam a entrada para garantir que o professor não continuasse com sua investida. Mesmo assim, o homem insistiu.

O docente, após o primeiro constrangimento, teria se dirigido até o local onde as jovens buscavam refúgio para se trocar. Essa persistência demonstra a gravidade do comportamento.

O caso, que teve grande repercussão na cidade, foi levado ao conhecimento do Ministério Público de Mato Grosso pelos pais das alunas. “Instalamos um procedimento investigatório criminal, oferecemos denúncia e conseguimos avançar”, afirmou o promotor de Justiça Luis Alexandre Lima Lentisco.

Este episódio evidencia a importância da vigilância e da atuação do Ministério Público na proteção de crianças e adolescentes. Para mais informações sobre casos na região, acesse portal163.com.br.

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