Violência política de gênero MT: MPF e AL se unem contra o avanço

Deputada Janaina Riva e o presidente Max Russi em reunião sobre violência política de gênero no MT.
MPF e Assembleia Legislativa do MT se unem para combater a violência política contra mulheres.
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Na última terça-feira (2), um passo importante foi dado em Mato Grosso para combater a violência política de gênero MT. A deputada Janaina Riva (MDB) e o presidente da Assembleia Legislativa, Max Russi (PSB), encontraram-se com o procurador-chefe do MPF no estado, Ricardo Pael Ardenghi.

MPF e AL contra a violência política de gênero MT

O principal objetivo foi formalizar uma parceria visando o enfrentamento e a prevenção da violência política de gênero MT. Durante a reunião, uma denúncia específica foi apresentada sobre um episódio lamentável em Pedra Preta. Um vereador utilizou a tribuna para se referir à prefeita Iraci Ferreira de Souza de forma desrespeitosa, classificando-a como “cadela viciada”.

Esse incidente, que chocou o estado, foi classificado pela própria Assembleia como um claro ato de violência política de gênero. Assim, além dessa denúncia pontual, a deputada Riva e o deputado Russi propuseram uma colaboração mais ampla. Para mais informações sobre os direitos das mulheres na política, consulte direitos políticos das mulheres.

A deputada Janaina Riva enfatizou que o caso de Pedra Preta não é um fato isolado, mas sim um reflexo de um problema estrutural. Esse problema afeta não apenas as mulheres na política, mas todas aquelas que buscam ocupar espaços de poder. Neste sentido, é crucial abordar essa questão de forma mais incisiva.

O presidente Max Russi reforçou a importância dessa união. Ele destacou que a colaboração entre as instituições é fundamental para coibir práticas que minam a democracia e os direitos políticos femininos. Dessa forma, podemos criar um ambiente mais seguro para todas.

Em conclusão, a expectativa é que essa articulação resulte na criação de um Núcleo de Combate à Violência Política de Gênero. Ademais, medidas conjuntas serão estabelecidas para fortalecer a rede de apoio, incentivar denúncias e garantir a responsabilização dos agressores. Com isso, espera-se oferecer maior segurança e respeito às mulheres em seus mandatos e funções públicas.

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