A Polícia Civil de Cuiabá efetuou a prisão de dois homens na noite de quinta-feira (4.12), ambos suspeitos de cometerem crimes no âmbito da violência doméstica e familiar. Essas prisões ocorreram após as próprias vítimas registrarem as ocorrências na unidade de plantão.
Primeira prisão: Agressão e violação de medida protetiva
O primeiro indivíduo, de 23 anos, foi detido por lesão corporal, injúria e descumprimento de medida protetiva. O homem teria ido até a residência da ex-companheira e a agrediu fisicamente e verbalmente.
É importante notar que a vítima possuía uma medida protetiva de urgência vigente. Sua violação configurou um crime grave.
Diante disso, policiais civis diligenciaram e localizaram o suspeito, que se encontra em regime semiaberto. Ele cumpre pena no Centro de Ressocialização Industrial Ahmenon Lemos Dantas, sendo liberado durante o dia para trabalhar na limpeza urbana. Já possui passagens criminais anteriores, sendo reincidente em casos de violência doméstica.
Segunda prisão: Perseguição e ameaças com Botão do Pânico
O segundo detido, com 26 anos, foi preso por perseguição, ameaça e descumprimento de medidas protetivas na esfera da violência doméstica e familiar. A vítima relatou que o ex-companheiro violou as medidas judiciais. Em consequência, ele foi até o local de trabalho da mulher, ameaçando-a e causando grande temor. A vítima chegou a acionar o dispositivo do “Botão do Pânico”.
O agressor fugiu antes da chegada da polícia. Ela também relatou o medo de retornar para casa.
O sistema já apontava uma violação anterior da ordem judicial no mês de novembro. Diante da materialidade e da reiterada conduta criminosa, a delegada solicitou a prisão do suspeito.
Por conseguinte, o homem foi interrogado e autuado pelos crimes de ameaça, perseguição e descumprimento de medidas protetivas. O caso reforça a importância do monitoramento e da proteção às vítimas em situações de violência doméstica e familiar.
Em conclusão, a Polícia Civil de Mato Grosso reafirma seu compromisso no enfrentamento à violência doméstica. Para mais informações sobre direitos e denúncias, acesse nossa seção de combate à violência.








