vídeo do DAE Rogerinho
Durante audiência pública sobre o Plano Municipal de Saneamento Básico (PMSB), a prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti, afirmou que já conversou com o presidente do DAE, Rogerinho Dakar, sobre o vídeo do DAE Rogerinho que viralizou. Portanto, a gestora garantiu que adotará providências administrativas após entender as explicações apresentadas.
Questionada se houve demissão do presidente, Flávia respondeu que até o momento não houve demissão. Ainda no início da semana, o material viralizou ao mostrar o diretor-presidente recebendo maços de dinheiro, em contexto não esclarecido. Ademais, ela mencionou que não comentaria o conteúdo do material durante a audiência.
Rogerinho Dakar afirmou estar surpreso com a divulgação das imagens e negou qualquer relação com a tramitação política. Em postagem, ele disse que, como empresário, sempre realizou transações com transparência e que trabalha com seriedade à frente do DAE, sem confirmar o caso nem explicar a origem dos recursos apresentados.
Para acompanhar os próximos desdobramentos, a comunidade pode conferir as notas oficiais e atualizações no portal local. Especialistas em gestão pública ressaltam a importância de apurar rapidamente qualquer indício de irregularidade, sem violar o direito de defesa. A prefeita afirmou que a administração não tolera desvios de dinheiro público e que a transparência deve guiar todas as ações administrativas, inclusive na avaliação de contratos com o DAE. O público espera respostas claras sobre a origem dos recursos apresentados no material e sobre eventuais consequências administrativas. Leia mais sobre a aliança entre governo e município no artigo Gestão municipal: aliança governo município e seus impactos.
Além disso, moradores e representantes de entidades civis reagiram com cautela, pedindo uma apuração pública para dissipar dúvidas. A imprensa local tem buscado confirmar versões oficiais, enquanto a comunidade monitora se haverá mudanças na diretoria e na governança do DAE. Em situações como essa, a comunicação institucional pode reduzir boatos e manter a confiança na gestão. O caso reforça a necessidade de procedimentos internos bem definidos para lidar com conteúdos sensíveis e finanças públicas, evitando interpretações que possam afetar a imagem da cidade.









