Justiça mantém preso homem que alugou Airbnb para uso de drogas
A Justiça de Mato Grosso manteve a prisão preventiva de William Marques de Souza, acusado de tráfico de drogas.
Além da acusação de tráfico de drogas, ele também responde por associação ao tráfico.
De acordo com a denúncia do Ministério Público do Estado (MPMT), o réu foragido seria o mentor da operação.
Ele alugou uma casa de Airbnb para que o imóvel servisse como depósito de drogas.
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Além disso, a investigação descobriu que William já foi alvo da terceira fase da Operação Escamotes, da Polícia Federal.
Ele foi condenado pelo mesmo crime e há risco concreto de reiteração delitiva.
Por fim, o juiz negou o pedido e manteve a prisão preventiva dele.
- A polícia encontrou 63,45 kg de cocaína e 87,15 kg de maconha.
- O réu foragido seria o mentor da operação.
- William teria sido o “braço executor” da operação.
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A quantidade expressiva de entorpecentes encontrada pela polícia mostra que William é de alta periculosidade.
No entanto, a justiça manteve a prisão preventiva dele, considerando o risco de reiteração delitiva.
Além disso, a investigação descobriu que William já foi alvo da terceira fase da Operação Escamotes, da Polícia Federal.
Por exemplo, a operação Escamotes visa combater o tráfico de drogas entre Mato Grosso, Goiás, Bahia e Rio de Janeiro.
Portanto, a prisão preventiva de William é uma medida necessária para evitar a reiteração delitiva.
Em conclusão, a justiça manteve a prisão preventiva de William, considerando o risco de reiteração delitiva e a quantidade expressiva de entorpecentes encontrada pela polícia.
É importante notar que o tráfico de drogas é um problema sério que afeta não apenas a região de Mato Grosso, mas também outras partes do país.
A justiça está trabalhando para combater esse problema e manter a segurança da população.










