Trabalho Escravo Obra Interior: 563 Resgatados em MT

Trabalhadores resgatados de condições análogas à escravidão em obra em MT.
Resgate de 563 trabalhadores em condições degradantes em obra no Mato Grosso.
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Mais de 500 trabalhadores foram resgatados em condições análogas à escravidão em uma obra no interior de Mato Grosso. Portanto, a força-tarefa atuou em Porto Alegre do Norte, resgatando 563 pessoas em situação precária. As investigações detalhadas revelaram um cenário alarmante, intensificado após um incêndio ocorrido em julho de 2025. Assim, a construção de uma usina de etanol pela TAO Construtora expôs graves violações. Além disso, os trabalhadores, em sua maioria vindos de outros estados, enfrentavam condições degradantes, configurando um grave caso de trabalho escravo obra interior.

Condições Degradantes em Obras com Trabalho Escravo

As inspeções confirmaram as condições subumanas nos alojamentos e locais de trabalho. Por exemplo, os alojamentos eram superaquecidos, com superlotação, e colchões em péssimo estado. No entanto, a falta de água potável e a higiene precária agravaram a situação. A situação tornou-se insustentável com falhas frequentes no fornecimento de energia. Com efeito, o bombeamento de água foi interrompido, deixando os trabalhadores sem acesso à higiene básica. Portanto, a precariedade culminou em um incêndio que destruiu parte das instalações.

Resgate e Consequências do Trabalho Escravo em Obras

Após o incidente, a empresa teve que realocar os trabalhadores em hotéis e casas alugadas. Ademais, 18 demissões por justa causa e dezenas de pedidos de rescisão foram registrados. Em suma, cerca de 60 trabalhadores perderam todos os seus pertences pessoais no sinistro. O aliciamento de trabalhadores era comum, com muitos arcando com os custos de suas passagens. Além disso, o pagamento de horas extras era feito “por fora”, configurando sonegação fiscal. Dessa forma, o combate ao trabalho escravo obra interior se mostra fundamental.

A alimentação era inadequada, com relatos de larvas e moscas na comida. Adicionalmente, o refeitório não possuía ventilação adequada, tornando as refeições desconfortáveis. Por conseguinte, a saúde e segurança dos trabalhadores estavam seriamente comprometidas. As inspeções também apontaram graves falhas nas normas de segurança, como a falta de Equipamentos de Proteção Individual (EPIs). Assim, acidentes de trabalho e doenças de pele eram frequentes. Portanto, a fiscalização rigorosa é essencial para prevenir o trabalho escravo obra interior.

O Ministério Público do Trabalho (MPT) negocia um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) com a empresa. Em conclusão, busca-se o pagamento de rescisões, indenizações e reparos pelos danos causados. Visite Portal 163 para mais detalhes sobre resgates.

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