Tortura em presídios de Mato Grosso: um problema grave
Em uma decisão importante, o desembargador Orlando de Almeida Perri, do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso (TJMT), determinou o afastamento cautelar de 22 policiais penais suspeitos de envolvimento em casos de tortura, agressões físicas e maus-tratos contra presos em unidades prisionais do estado.
A investigação foi realizada pelo Grupo de Monitoramento e Fiscalização do Sistema Carcerário (GMF/MT) entre os dias 2 e 4 de março deste ano nas cadeias públicas de Araputanga, Cáceres, Pontes e Lacerda e Mirassol D’Oeste.
Os policiais penais foram acusados de torturar e maltratar presos em diferentes unidades prisionais do estado.
De acordo com os relatórios, os presos relataram agressões físicas, uso excessivo de spray de pimenta e gás lacrimogêneo dentro de celas fechadas, punições degradantes e represálias contra detentos que denunciaram os abusos.
O magistrado afirmou que os elementos colhidos apresentam “grau suficiente de plausibilidade” sobre a ocorrência de violações graves aos direitos humanos, incluindo possíveis crimes de tortura e abuso de autoridade.
Além disso, foram afastados os servidores das cadeias públicas de Araputanga, Cáceres e Mirassol D’Oeste.
Os agentes deverão ser lotados exclusivamente em funções administrativas, sem contato direto com pessoas privadas de liberdade, mantendo os salários.
O magistrado também cobra da Sejus a identificação de dois policiais penais conhecidos apenas pelos apelidos “Inês” e “Branquinho”, citados pelos presos como participantes das agressões na Cadeia Pública de Cáceres.
A decisão do desembargador é uma medida importante para garantir a segurança e os direitos dos presos em Mato Grosso.
Leia também: Policial penal acusado de tortura em presídio de Cáceres
A decisão do desembargador Orlando de Almeida Perri é uma medida importante para garantir a segurança e os direitos dos presos em Mato Grosso.
Além do afastamento, o desembargador determinou a abertura de inquéritos policiais para investigar os fatos denunciados.
A decisão do desembargador é uma medida importante para garantir a segurança e os direitos dos presos em Mato Grosso.
Leia também: Policial penal acusado de tortura em presídio de Cáceres
A tortura em presídios de Mato Grosso é um problema grave que precisa ser combatido.
A decisão do desembargador é uma medida importante para garantir a segurança e os direitos dos presos em Mato Grosso.
Além do afastamento, o desembargador determinou a abertura de inquéritos policiais para investigar os fatos denunciados.
A decisão do desembargador é uma medida importante para garantir a segurança e os direitos dos presos em Mato Grosso.
A tortura em presídios de Mato Grosso é um problema grave que precisa ser combatido.
A decisão do desembargador é uma medida importante para garantir a segurança e os direitos dos presos em Mato Grosso.










