TJMT julgará recursos de condenados por esquema de pirâmide em Cuiabá

TJMT julgará recursos de condenados por esquema de pirâmide em Cuiabá
Recursos de condenados por esquema de pirâmide em Cuiabá serão julgados pelo TJMT
Tamanho do texto
Ajuste a leitura da página. Suas preferências ficam salvas.
100%
Ouça esta notícia
Clique em Ouvir. Você pode ajustar a velocidade.

Em Cuiabá, o juiz Jean Garcia de Freitas Bezerra, da 7ª Vara Criminal, determinou o envio de recursos ao Tribunal de Justiça, após a sentença de dezembro de 2025, que condenou Ivo Peron Debona e Luiz Fernando Fernandes por envolvimento em um esquema de pirâmide financeira.

A decisão foi expedida após a sentença de dezembro de 2025, que condenou Ivo Peron Debona e Luiz Fernando Fernandes e absolveu outros quatro investigados.

Pirâmide financeira: um risco ao investidor

O Ministério Público denunciou oito pessoas por crimes associados à prática de estelionato, associação criminosa, crimes contra as relações de consumo e contra a economia popular.

A investigação apontou que o grupo integrava uma estrutura que prometia altos ganhos a investidores, mas funcionava com características de pirâmide financeira.

Além disso, o caso ganhou repercussão em 2023, quando a denúncia foi aceita pelo Judiciário.

Entre os denunciados estavam empresários, vendedores de produtos de investimento e um casal que já havia sido preso em 2019 com joias e eletrônicos furtados da 18K Ronaldinho Participações, empresa ligada ao ex-jogador Ronaldinho Gaúcho.

É importante lembrar que a pirâmide financeira é um risco ao investidor, pois promete altos ganhos sem oferecer nenhuma garantia de retorno.

Portanto, é fundamental que os investidores sejam cientes desses riscos e busquem informações precisas antes de investir.

No caso em questão, o juiz condenou Ivo Peron Debona e Luiz Fernando Fernandes a 3 anos de prisão – sendo 2 de detenção e 1 de reclusão, pelos crimes contra as relações de consumo e associação criminosa.

Já Liliane Alves Saraiva, Solanyara Angélica Pereira Guimarães, Daniel Barbosa Sena e Edilson Cunha Sena Júnior foram absolvidos por falta de provas.

Leia mais sobre a investigação e a denúncia aqui.

Com a nova decisão, o juiz confirmou que os recursos de apelação apresentados pelos dois condenados são válidos e determinou que o processo siga para o Tribunal de Justiça.

Além disso, o magistrado dispensou a necessidade de intimação pessoal dos acusados, destacando que eles estão soltos e assistidos por advogados.

A partir de agora, o Tribunal deve reavaliar a sentença e tomar medidas para garantir que os investidores sejam protegidos.

Em conclusão, é fundamental que os investidores sejam cientes dos riscos associados à pirâmide financeira e busquem informações precisas antes de investir.

Compartilhe :

Veja mais