Um trágico caso de sucesso na Coreia do Norte culminou na execução pública de um casal de empresários na capital, Pyongyang. A ditadura de Kim Jong-un acusou a dupla, na faixa dos 50 anos, de serem “arrogantes” e “antirrepublicanos”, um duro golpe para quem prosperou em meio a um regime autoritário.
Execução por sucesso na Coreia do Norte
O casal administrava um negócio próspero que envolvia a venda, conserto e aluguel de bicicletas elétricas, além de peças para motos a bateria e bicicletas comuns. Portanto, a visibilidade de seus lucros significativos chamou a atenção indesejada das autoridades.
Inicialmente, a empresa possuía registro formal na burocracia norte-coreana. No entanto, relatos indicam que os empresários obtiveram lucros substanciais “por fora”, o que os levou a serem conhecidos como “figurões”. Essa ascensão econômica, em um país com rígido controle estatal, gerou ressentimento entre a população.
Clientes do empreendimento frequentemente reclamavam dos altos preços cobrados, bem como da qualidade questionável dos produtos e serviços oferecidos. Ademais, o comportamento dos proprietários era rotulado como arrogante, alimentando um ciclo de insatisfação.
A execução, realizada por um pelotão de fuzilamento, ocorreu em praça pública, diante de aproximadamente 200 pessoas, incluindo crianças. Por conseguinte, as autoridades apresentaram o ato como uma medida necessária para “prevenir a desordem econômica e educar o público”, reforçando o controle sobre qualquer sinal de prosperidade individual.
Este evento sombrio levanta sérias questões sobre o custo do empreendedorismo em regimes autoritários. Para mais informações sobre direitos humanos e notícias internacionais, visite nosso portal: https://portal163.com.br/noticias/internacionais.
Em conclusão, a história do casal de empresários serve como um sombrio alerta sobre os perigos do sucesso em um ambiente onde a conformidade é a regra de ouro.










