Soltura Oruam MT: Deputado Crítica Decisão Judicial

Deputado Coronel Assis em foto, criticando a soltura de Oruam MT.
Deputado Coronel Assis reprova a decisão judicial sobre Oruam MT.
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Deputado MT Crítica Soltura Oruam

O deputado federal Coronel Assis (União Brasil) manifestou forte desaprovação em relação à soltura Oruam MT, decisão tomada pelo ministro Joel Ilan Paciornik do STJ. Para o parlamentar, a medida representa um grave enfraquecimento do Estado frente ao crime organizado. Ele acredita que essa soltura desmoraliza a Justiça brasileira, o que é inaceitável.

Oruam MT: Afronta às Forças de Segurança

Coronel Assis, em vídeo divulgado nas redes sociais, declarou veementemente que a soltura do rapper Oruam, filho de Marcinho VP, um dos líderes de facção no Rio de Janeiro, é uma verdadeira afronta. Ademais, ele ressaltou que o artista foi preso sob acusações de tráfico de drogas e tentativa de homicídio. Portanto, a decisão é vista como um desrespeito aos esforços das forças de segurança do país.

O deputado argumenta que Oruam não representa a arte, música ou cultura, mas sim a promoção da desordem social. Assim, ele alerta que o rapper fomenta a idolatria à criminalidade crescente. Essa contracultura, segundo Assis, corrompe valores familiares e a juventude, alimentando facções com recursos e novos integrantes.

Quando figuras públicas ligadas ao crime organizado são beneficiadas por decisões controversas, o cidadão de bem é quem paga o preço. Portanto, essa atitude reforça a percepção de que a Justiça está de mãos atadas, enquanto os criminosos se fortalecem diariamente, expandindo seus domínios e territórios.

Crítica à “Mexicanização” da Violência

Coronel Assis comparou a situação à “mexicanização” da violência no Brasil. Dessa forma, ele se refere à influência dos cartéis de narcotráfico no país norte-americano. Este tipo de decisão, segundo o deputado, contribui para um aumento da violência criminal, onde facções dominam não só territórios, mas também corações e mentes da juventude brasileira.

O rapper Oruam, de 25 anos, tem se envolvido em diversas polêmicas com a polícia do Rio de Janeiro. Ele se entregou em julho após ter sua prisão preventiva decretada por associação ao tráfico e ao Comando Vermelho (CV). É importante notar que Oruam, apesar de ter tatuagens em homenagem a líderes de facções, sempre negou envolvimento em atividades criminosas.

Em nota, a defesa do artista afirmou que os argumentos para a prisão foram rechaçados pela jurisprudência dos Tribunais Superiores, evidenciando a ilegalidade da medida. Além disso, os advogados garantiram que o cantor se submeterá às medidas cautelares e provará sua inocência.

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