O Ministério Público Federal (MPF) instaurou procedimento administrativo para acompanhar os riscos UHE Colíder. Assim, a atuação visa monitorar os impactos técnicos, sociais e ambientais decorrentes de anomalias detectadas na estrutura da barragem.
Acompanhamento dos Riscos UHE Colíder
O objetivo principal do MPF é garantir a segurança da barragem e a proteção da fauna aquática. Além disso, busca-se resguardar as comunidades potencialmente afetadas pelas medidas emergenciais adotadas pela Eletrobras.
Em reunião recente, a Eletrobras informou sobre o rebaixamento controlado do reservatório, com redução de cinquenta centímetros diários por trinta e três dias. Portanto, essa medida visa diminuir a pressão sobre a fundação e conter a erosão do subsolo.
Adicionalmente, ações ambientais emergenciais, autorizadas pela Sema/MT, como o resgate da ictiofauna e o fechamento da escada de peixes, estão em andamento. Para isso, foram contratados especialistas para um diagnóstico detalhado.
A Eletrobras ressalta, ainda, manter comunicação constante com órgãos públicos. Desse modo, o MPF requisitou à empresa diversos documentos essenciais, incluindo o projeto executivo e planos de monitoramento.
O material recebido será analisado pela Secretaria de Perícia do MPF. Afinal, a gravidade do caso justifica a atuação federal, pois os impactos ultrapassam o interesse local. Consequentemente, o MPF acompanha as medidas junto à Sema/MT para o enfrentamento da crise.
Visando aprofundar a fiscalização sobre os riscos UHE Colíder, o MPF busca alinhar atuação com o Ministério Público do Estado de Mato Grosso. Portanto, o objetivo é contribuir para uma solução eficaz da situação.
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