Rifas Ilegais em Maceió: Influenciadores em Esquema Milionário

Ilustração de um homem com expressão séria, em frente a um computador, com símbolos de dinheiro e cartelas de rifa ao redor. Destaca a keyphrase: rifas ilegais Maceió.
Operação desvenda esquema de rifas ilegais em Maceió que movimentou milhões.
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Uma reportagem exibida pelo Fantástico no último domingo (5/10) desvendou detalhes de um esquema de rifas ilegais Maceió que movimentou mais de R$ 33 milhões. O caso aponta para o envolvimento de figuras conhecidas nas redes sociais.

Influenciadores na mira do esquema de rifas ilegais

No centro das investigações estão Kel Ferreti, ex-policial e autointitulado empreendedor digital, e os influenciadores Laís Oliveira e Eduardo Veloso. Juntos, eles somam mais de 7 milhões de seguidores, o que demonstra o alcance do grupo. Portanto, a exposição dessas personalidades intensifica o escândalo.

O grupo, segundo o Fantástico, utilizava rifas e jogos de azar para aplicar golpes em milhares de pessoas. Kel Ferreti, de 40 anos, ostentava um estilo de vida luxuoso, com carros importados e viagens internacionais. Contudo, essa opulência seria, segundo o Ministério Público de Alagoas (MP-AL), sustentada por atividades ilícitas.

Kel Ferreti: líder e figura controversa nas rifas ilegais em Maceió

Kleverton Pinheiro de Oliveira, conhecido como Kel Ferreti, é apontado como líder do esquema. De acordo com as investigações, a organização comandada por Ferreti manipulava os resultados de sorteios e rifas online. “O que não é legalizado, por exemplo, ainda continuam apostas em bets chinesas, bets coreanas. Este tipo de jogo não há nenhum tipo de controle”, afirmou Cyro Blatter, promotor e coordenador do Gaesf.

Em dezembro passado, Ferreti foi preso em Maceió, onde agentes apreenderam joias, celulares e R$ 20 mil em espécie. Além disso, ele possui um histórico criminal, tendo sido expulso da polícia em 2023 por violar a lei eleitoral. Ele também foi condenado por estupro, com a pena reduzida para oito anos.

Laís Oliveira: peça-chave no esquema de rifas ilegais

A influenciadora Laís Oliveira, com mais de cinco milhões de seguidores, é considerada uma peça-chave no grupo, atuando além da simples divulgação. Entre janeiro e abril de 2024, ela teria recebido quase R$ 1 milhão de uma empresa ligada a Kel Ferreti. Seu marido, Eduardo Veloso, também influenciador, teria faturado cerca de R$ 456 mil no mesmo período.

Em dezembro do ano passado, Laís e Eduardo foram presos em Fortaleza durante a Operação Trapaça, deflagrada pelo Ministério Público. O casal foi liberado dias depois. Em nota, a defesa declarou que a atuação dos influenciadores se restringiu à prestação de serviços de publicidade. Eles negam acesso aos áudios citados na investigação.

Este caso levanta sérias questões sobre a regulamentação de influenciadores digitais e plataformas de sorteios. Para mais informações sobre crimes cibernéticos, visite nosso portal.

Em conclusão, o esquema de rifas ilegais Maceió evidencia a necessidade de maior fiscalização e conscientização sobre atividades online.

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