Retaliação será tiro no pé: Moretti acusa gestão

Crise financeira em VG: prefeita debate contenção de gastos com a Câmara e projetos parados.
Medidas de remanejamento e projetos parados na Câmara prejudicam serviços essenciais em VG.
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A prefeita de Várzea Grande, Flávia Moretti (PL), voltou a responsabilizar o presidente da Câmara Municipal, Wanderley Cerqueira (MDB), pela demora em investimentos na saúde pública. Portanto, segundo a gestora, a retaliação será tiro no pé está associada à paralisação de remanejamentos orçamentários enviados pelo Executivo, que permanecem parados no Legislativo e não foram colocados em pauta para votação.

De acordo com Moretti, a falta de apreciação das propostas impede que milhões de reais sejam aplicados em áreas prioritárias, principalmente na aquisição de medicamentos para abastecer a rede municipal de saúde. Além disso, “É dever dele, não é ajuda. É dever, enquanto presidente da Câmara, pautar as leis do Executivo.”

A prefeita afirmou que a retenção dos projetos obriga a administração a remanejar recursos próprios de outras áreas para manter os serviços de saúde. Além disso, “Eu tenho dinheiro parado lá na Câmara. Eu poderia fazer tapa-buraco em duas regiões, mas estou economizando dinheiro da Fonte 100 para pagar medicação.”

Além disso, segundo ela, mesmo priorizando recursos do caixa da prefeitura para a compra de medicamentos, o montante disponível não é suficiente para atender toda a demanda da população. No entanto, “Tem dinheiro na Câmara para custeio, para pagar medicamento. Agora, estou comprando de acordo com o que tenho no caixa.”

  • Remanejamento travado no Legislativo
  • Medicamentos prioritários para a rede de saúde
  • Possíveis reflexos eleitorais

Leia também: TIRO NO PÉ.

No entanto, a prefeita enfatizou que a postura do presidente representa uma retaliação política — retaliação será tiro no pé — com reflexos para o parlamentar.

retaliação será tiro no pé

Se os projetos de remanejamento forem aprovados pelos vereadores, a Prefeitura terá condições de ampliar o abastecimento de medicamentos nas unidades de saúde e reforçar o atendimento à população. Enquanto isso não ocorre, a administração continuará utilizando apenas os recursos disponíveis em caixa para manter os serviços considerados essenciais.

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