Em uma reunião no Ministério de Minas e Energia (MME), o deputado estadual Wilson Santos (PSD) e o senador Wellington Fagundes (PL) reforçaram a necessidade de um contrato mais rígido para a concessão dos serviços de distribuição de energia elétrica em Mato Grosso até 2057. Afinal, a qualidade do serviço é fundamental para garantir infraestrutura, atrair investimentos e sustentar o desenvolvimento econômico do Estado.
Apesar da sinalização de que a Energisa pode permanecer à frente da concessão, os parlamentares destacaram que a decisão não elimina as preocupações do Parlamento com a prestação do serviço. Além disso, a Assembleia Legislativa realizou dez audiências públicas em diferentes regiões de Mato Grosso para ouvir as reivindicações da população.
Propostas para Melhorar a Prestação de Serviços de Energia Elétrica
- Exigência de um plano de investimentos com metas anuais auditáveis;
- Prevê R$ 10 bilhões nos primeiros cinco anos, priorizando a universalização do sistema trifásico;
- Apliação de subestações e linhas de distribuição;
- Maior transparência na aplicação dos recursos;
- Ampliação do atendimento presencial;
- Criação de um comitê independente de acompanhamento do contrato.
As propostas consolidadas integram o documento entregue ao Ministério de Minas e Energia e devem embasar as próximas decisões sobre o futuro da concessão de energia elétrica em Mato Grosso. Além disso, a Comissão Especial da ALMT realizou dez audiências públicas em diferentes regiões do Estado.
Segundo o secretário nacional de Energia Elétrica (SNEE), João Daniel Cascalho, o novo decreto do setor elétrico já contempla diversos pontos levantados pela ALMT e que o governo federal trabalha na construção de um contrato mais rígido do que o atual. Em conclusão, a qualidade do serviço é fundamental para garantir infraestrutura, atrair investimentos e sustentar o desenvolvimento econômico do Estado.
Para mais informações sobre a renovação da concessão da Energisa em Mato Grosso, confira o artigo Energia Elétrica em MT.










