Proteção Animal em Desastres: Política Nacional de Proteção Animal em Desastres

Resgate de animais durante desastres, conforme a Lei Amar
Imagem ilustra a ação de equipes salvando pets e fauna em emergências
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Senador Wellington Fagundes comemorou a sanção da Lei Amar, que cria política nacional de proteção animal em desastres.

Com a sanção da Lei nº 15.355/2026, o Brasil passa a ter uma política nacional de proteção animal em desastres.

A lei estabelece diretrizes para o resgate, atendimento e proteção de animais domésticos e silvestres atingidos por acidentes e desastres ambientais.

Proteção Animal em Desastres: Uma Prioridade Nacional

Para o senador Wellington Fagundes, a proteção animal em desastres é uma prioridade nacional.

Ele destaca que a lei cria um sistema organizado para proteger e amparar os animais em momentos de desastre.

No entanto, ainda há muito a ser feito para garantir a proteção animal em todo o país.

A lei determina que a política será executada de forma integrada entre União, estados e municípios, passando a integrar os planos de contingência da Defesa Civil em todo o país.

Além disso, a lei estabelece que quem provocar desastre ambiental que prejudique a vida ou o bem-estar de animais silvestres ou domésticos ficará sujeito às mesmas penalidades previstas para maus-tratos.

Isso é essencial para garantir a proteção animal e prevenir a exploração e o abandono de animais.

Proteção Animal em Desastres: Um Desafio Constante

Os eventos climáticos extremos continuam afetando diferentes regiões do país.

Em Mato Grosso, por exemplo, 17 municípios decretaram estado de emergência devido às fortes chuvas registradas entre janeiro e fevereiro deste ano.

Para o senador Wellington Fagundes, é fundamental ter planejamento e políticas públicas estruturadas para garantir a proteção animal em momentos de emergência.

Entre os principais pontos da Lei Amar estão:

  • O resgate deverá ser realizado por equipes capacitadas, sob coordenação de profissional habilitado;
  • Animais em sofrimento deverão passar por avaliação veterinária para definição de tratamento;
  • Em situações de emergência, poderão ser criados centros de triagem e reabilitação de animais silvestres;
  • Animais com suspeita de doenças deverão passar por avaliação, podendo ser isolados e vacinados;
  • Animais domésticos deverão ser identificados para devolução aos tutores;
  • Animais silvestres poderão ser reintroduzidos na natureza, quando aptos;
  • Espécies exóticas invasoras, como javalis, não poderão ser soltas no ambiente natural;
  • Informações sobre o resgate, atendimento e destino dos animais deverão ser registradas e divulgadas na internet, incluindo número, espécie, local de resgate e estado de saúde.

Para o senador Wellington Fagundes, a Lei Amar é um passo importante para garantir a proteção animal em desastres.

Portanto, é fundamental que todos os Estados e Municípios se comprometam a implementar essa política e trabalhar juntos para proteger os animais em momentos de emergência.

Além disso, é fundamental que a sociedade civil se engaje nessa causa e pressione os governos a implementar políticas eficazes para proteger os animais.

Para saber mais sobre a Lei Amar e como ela afeta a proteção animal em desastres, acesse o artigo completo em Portal163.

Em conclusão, a Lei Amar é um importante passo em direção à proteção animal em desastres.

Nós devemos continuar trabalhando juntos para garantir

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