Promotor de Justiça mantém condenação por calúnia

Condenação por calúnia mantida.
Promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Júnior e delegado Flávio Henrique Stringueta.
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Em decisão publicada nesta segunda-feira (25), a Justiça de Mato Grosso manteve a condenação do delegado Flávio Henrique Stringueta por calúnia em ação penal relacionada a declarações contra integrantes do Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), com o apoio do Promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Júnior.

Segundo a denúncia, o delegado afirmou que o MPT seria “vergonha nacional” e insinuou a existência de um esquema de apropriação de dinheiro público dentro da instituição.

Além disso, Stringueta acusou membros do MPMT de “ratearem” sobras do duodécimo e de desviarem R$ 73 milhões, o que, segundo a representação criminal, configuraria falsa imputação de crime de peculato.

Processo que envolveu Promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Júnior

A ação foi movida pelo promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Júnior, após publicação de artigo e entrevistas concedidas por Stringueta em fevereiro de 2021.

Portanto, a decisão do juiz Moacir Rogério Tortato, da 10ª Vara Criminal de Cuiabá, manteve a condenação de Stringueta, apesar de não haver cumprimento de pena porque o prazo prescricional foi alcançado.

Além disso, o juiz entendeu que as decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) não anulam automaticamente a responsabilização criminal, porque as esferas cível e penal são independentes.

Em conclusão, a condenação de Stringueta por calúnia foi mantida, mas não haverá cumprimento de pena devido à prescrição.

Para o promotor de Justiça Miguel Slhessarenko Júnior, a decisão é um passo importante na luta contra a impunidade e a proteção da honra dos membros do MPMT.

No entanto, o delegado Stringueta ainda pode recorrer da decisão.

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