Acelino Popó Freitas chegou a Salvador no domingo com o rosto machucado, menos de 24 horas após a confusão na luta contra Wanderlei Silva. O tetracampeão mundial de boxe acusou o treinador de Wanderlei, André Dida, de agressão, relatando que levou “sete, oito socos” do técnico. Portanto, Popó lamentou profundamente a briga generalizada que ocorreu no ringue.
Popó relata socos do treinador
Em entrevista exclusiva, Popó detalhou o ocorrido: “O meu machucado não foi na luta. Foi justamente o treinador dele que me deu uns sete, oito socos”. Ele expressou surpresa com a agressão, pois a rivalidade esperada era entre ele e Wanderlei. No entanto, o boxeador ressaltou que o esporte em si não promove esse tipo de violência.
“O esporte não é isso, o boxe não é isso, o esporte não promove isso, a gente não promove isso. Nunca aconteceu isso comigo em 35 anos de carreira no boxe”, afirmou Popó, enfatizando que a culpa recai sobre as pessoas, e não sobre a modalidade esportiva. Além disso, o atleta mencionou que nem em lutas com influenciadores digitais presenciou algo semelhante.
Por exemplo, no último sábado (27), Popó enfrentou Wanderlei Silva no Spaten Fight Night em São Paulo. Wanderlei foi desclassificado após atingir Popó com três cabeçadas. Contudo, o clima esquentou quando as equipes invadiram o ringue, culminando em uma briga generalizada.
Na confusão, Wanderlei Silva chegou a ser agredido e desmaiou, sendo levado ao hospital para exames. Felizmente, a lenda do MMA recebeu alta horas depois. Para mais notícias sobre eventos esportivos na região, visite nosso portal: Popó agredido treinador: Fúria pós-luta em Salvador.
Em conclusão, a experiência de Popó com os socos do treinador de Wanderlei evidencia um comportamento lamentável que foge aos princípios do esporte. O incidente gerou repercussão e destacou a necessidade de manter o respeito entre atletas e suas equipes.










