Abilio Brunini: Mato Grosso precisa de políticos à altura, não meia boca

Políticos com expressões sérias, alguns com gravata, representando um debate sobre a qualidade dos representantes em Mato Grosso.
Representantes políticos em Mato Grosso em debate sobre qualidade e competência para o estado.
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O prefeito de Cuiabá, Abilio Brunini (PL), disparou críticas contra o ex-governador Carlos Bezerra (MDB) e o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro (PSD), afirmando que Mato Grosso precisa se livrar de políticos meia boca.

Em suas declarações contundentes, Abilio enfatizou a necessidade de representantes com real competência. “Temos que entender que Mato Grosso precisa se livrar desses políticos meia boca, de políticos que não têm competência para representar o nosso Estado”, pontuou. Ele também ressaltou que a contribuição desses indivíduos ao Estado e ao município é mínima.

O Fim de uma Era: Bezerra e Fávaro na Mira dos Políticos Meia Boca

De forma direta, o prefeito declarou: “Bezerra já foi, não é mais o momento dele.” Além disso, projetou um futuro incerto para o ministro: “E o Fávaro, em 2026, a gente está tirando também.” Assim, a crítica à atuação dos políticos meia boca em Mato Grosso se intensificou.

A reação de Abilio Brunini ocorreu após Bezerra e Fávaro celebrarem a prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro. Bolsonaro foi condenado pelo STF por tentativa de golpe de Estado, recebendo pena de 27 anos e 3 meses. Portanto, a manifestação do prefeito surge em um contexto de fortes reações políticas.

Anteriormente, Fávaro havia comentado que Bolsonaro deveria permanecer preso se “não sabe usar a tornozeleira”. Por outro lado, Bezerra comemorou a prisão, afirmando que “a democracia sobreviveu”. As declarações de ambos foram vistas como um alerta contra investidas golpistas, conforme reportado em [Portal 163](https://portal163.com.br).

Finalmente, com o fim dos recursos judiciais, Jair Bolsonaro passou a cumprir sua pena na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Portanto, o cenário político em Mato Grosso se mostra cada vez mais acirrado, com debates sobre a qualidade da representação estadual.

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