A Polícia Civil deflagrou a Operação Imperium para cumprir 61 ordens judiciais e desarticuar o núcleo de uma facção criminosa liderada por “Vovozona”, responsável por lavagem de dinheiro e uso de documentos falsos.
Os mandados de prisão preventiva, busca e apreensão, sequestro de bens imóveis e bloqueio de contas bancárias foram cumpridos em Rondonópolis e em outros estados.
No entanto, o líder da facção, “Vovozona”, ainda está foragido e considerado de alta periculosidade.
Desarticulação de facção criminosa
As investigações demostraram que o núcleo empresarial da facção era registrado em Rondonópolis, mas os integrantes financeiros e operadores patrimoniais estavam em outros estados.
Além disso, as empresas registradas em Rondonópolis eram usadas para lavar dinheiro e adquirir bens móveis e imóveis.
Portanto, a operação Imperium visou atacar o poder financeiro da facção e bloquear valores em contas.
- 12 mandados de prisão preventiva
- 14 mandados de busca e apreensão
- 4 sequestros de bens imóveis
- 10 sequestros de veículos de luxo
- 21 contas bancárias bloqueadas
As ordens judiciais foram expedidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juiz de Garantias de Rondonópolis, com base em investigações conduzidas pela Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) e Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco) de Cuiabá.
A operação Imperium também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim) e integra o planejamento estratégico da Polícia Civil.
Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, o foco da operação é atacar o poder financeiro da facção e bloquear valores em contas.
Para mais informações sobre a operação, clique aqui e aqui.
A facção criminosa liderada por “Vovozona” é considerada de alta periculosidade e está sendo investigada há dois anos.
As investigações demostraram que o núcleo empresarial da facção era registrado em Rondonópolis, mas os integrantes financeiros e operadores patrimoniais estavam em outros estados.
Portanto, a operação Imperium visou atacar o poder financeiro da facção e bloquear valores em contas.
Além disso, as empresas registradas em Rondonópolis eram usadas para lavar dinheiro e adquirir bens móveis e imóveis.
A operação Imperium também faz parte das ações da Rede Nacional de Unidades Especializadas de Enfrentamento das Organizações Criminosas (Renorcrim) e integra o planejamento estratégico da Polícia Civil.









