O deputado estadual Elizeu Nascimento (PL) acusa o deputado federal Paulinho da Força (Solidariedade-SP) de ser um “esquerdista” escolhido para **afundar o PL da Anistia**. O parlamentar mato-grossense considera a escolha equivocada.
PL da Anistia relator: Críticas à desproporcionalidade
Portanto, Elizeu sustenta que as penas impostas aos bolsonaristas são desproporcionais. Ele compara com atos de maior gravidade praticados pela esquerda no passado. “Para o PT e a esquerda não existiu dosimetria, né? Agora coloca lá um cara de esquerda para poder ser relator e vem com esses argumentos?”, questiona.
No entanto, Paulinho da Força possui boa relação com o ministro Alexandre de Moraes. Este último é visto como “algoz” do núcleo bolsonarista.
Assim, Elizeu entende que a condenação de Bolsonaro exemplifica a perseguição contra a direita. Ele defende a legalidade da concessão do perdão judicial para todos os envolvidos. “A anistia é constitucional, ela é uma ferramenta legal, jurídica, para que aconteça”, afirma.
Além disso, a direita rejeita qualquer recuo na proposta de anistia. A conversão para dosimetria não atenderia Bolsonaro sem o cumprimento parcial da pena.
Nesse sentido, o deputado de Mato Grosso pondera que a direita não pode aceitar imposições. Isso ocorre, segundo ele, porque a esquerda e o centrão estariam articulando contra a anistia. “Você acha que não é tudo isso que a própria esquerda quer?”, indaga.
Por exemplo, a nova ofensiva dos Estados Unidos em estender a Lei Magnitsky à esposa de Alexandre de Moraes esfriou as discussões sobre o **PL da Anistia relator**. A lei é vista como uma sanção contra “violadores de direitos humanos”.
Em conclusão, a polarização política em torno do **PL da Anistia relator** continua intensa, com visões distintas sobre justiça e proporcionalidade penal. Para mais notícias da região, acesse nosso portal.










